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sábado, 5 de agosto de 2017

Dragão do Mar] Programação cultural de 8 a 13 de agosto de 2017


FUNCIONAMENTO DO CENTRO DRAGÃO DO MAR

Geral: de segunda a quinta, das 8h às 22h; e de sexta a domingo e feriados, das 8h às 23h. Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h.
Cinema do Dragão: de terça a domingo, das 14h às 22h.
Museus: de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); sábado, domingo e feriados das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.
Multigaleria: de terça a domingo, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

OBS.: Às segundas-feiras, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura não abre cinema, cafés, museus, Multigaleria e bilheterias.



► [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] PROGRAMA TEATRO DA TERÇA
Espetáculo “Os Cavaleiros”
Alumiar Cenas e Cirandas
O espetáculo “Os Cavaleiros” se passa na cidade de Ciranda, povoado fictício em que a visão sagrada e profana envolvem a vida de uma comunidade de vaqueiros. O folguedo do bumba-meu-boi e os sete pecados capitais são usados como arquétipos da essência humana, os brinquedos cantados e a religiosidade se entrelaçam como fios nas mãos dos personagens, que apresentam texto rico em torno do grande universo que é a Cultura Popular.
Os Cavaleiros traz a inclusão para a cena teatral. O espetáculo conta com a participação de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) e em suas primeiras apresentações contou também com a participação de um ator deficiente visual e com aparelhos e equipe de audiodescrição.

/// Dias 8, 15 e 22 de agosto de 2017, às 19h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Duração: 110 minutos.


► [PALESTRA] DEBATE COM GINGA
Com a palestra “A Capoeira na proteção e no caminho da sustentabilidade ambiental”
O Debate com Ginga é realizado uma vez por mês no Auditório do Dragão do Mar, proporcionando discussões de temáticas que se relacionam com a capoeira. Realizado pelo Grupo Capoeira Brasil, promove ainda oficinas e vivências de manifestações afro-brasileiras ou relacionadas com a capoeira. O debate promove a troca de saberes ao convidar pessoas oriundas de diversos setores da sociedade e de campos do saber. Nesta edição, confira a palestra “A Capoeira na proteção e no caminho da sustentabilidade ambiental”, com o educador e ambientalista Juaci Araújo de Oliveira.
“O Debate com Ginga é uma proposta de ir além dos espaços mais tradicionais da capoeira, instigando os capoeiristas a buscarem ampliar suas fontes de conhecimento e suas visões das temáticas que atravessam nossa arte”, afirma Luciano Hebert, corda marrom do Grupo Capoeira Brasil e coordenador do projeto.
O projeto Debate com Ginga tornou-se Projeto de Extensão da Universidade Federal do Ceará-UFC, pelo Instituto de Educação Física e Esportes – IEFES, desde novembro de 2016. Isto significa que passou a ser reconhecido, conservado e apoiado pela Universidade, como capaz de desenvolver atividades de caráter educativo, social, cultural, científico e tecnológico, envolvendo a Capoeira, cujas diretrizes e escopo de integração com a sociedade, agregam-se às linhas de pesquisa desenvolvidas pelo IEFES-UFC.
Deste modo, o projeto será ainda capaz de provocar a investigação científica para alunos da graduação em Educação Física e outras áreas do conhecimento, bem como a socialização destes para quem não tem acesso direto à Universidade, com certificação a todos que dele participarem.

A Capoeira e o Grupo Capoeira Brasil
A origem da Capoeira ainda hoje é discutida por diversos estudiosos da área, mas acredita-se que ela remonta aos tempos da escravidão, sendo criada provavelmente pelos negros escravos aqui no Brasil, na ânsia de se libertarem. A capoeira atravessou diversas fases e inúmeras adversidades, sendo até considerada uma prática ilegal e proibida.
Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Capoeira encontra-se presente em todo o território nacional e em mais de 150 países, tornando-se inviável contabilizar o número de praticantes. A Capoeira hoje é incentivada e amparada por Lei Federal e em 2008 foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, sendo candidata a tornar-se patrimônio da humanidade.
O Grupo Capoeira Brasil, fundado em 1988 (ano de comemoração dos 100 anos da Abolição da Escravatura), na cidade de Niterói, pelos mestres Paulinho Sabiá (Niterói – RJ), Boneco (Barra – RJ) e Paulão Ceará (Fortaleza – CE), surgiu com o objetivo de incentivar, divulgar e resgatar a cultura e a arte da Capoeira, valendo-se desse instrumento como um meio de transformação e incentivando os praticantes a se tornarem cidadãos críticos.

/// Dia 9 de agosto de 2017, às 19h, no Auditório. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.

► [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] PROGRAMA NOVA CENA
Espetáculo “Criadas”
Criadagem
O trabalho é uma adaptação do texto “As Criadas”, do dramaturgo francês Jean Genet, e aborda as relações de poder e o jogo instável entre as figuras de uma madame que exerce autoridade e as criadas que executam os desejos de sua senhora, sempre friccionando suas ações em pequenos atos de rebelião grotesca. “Criadas” nasceu de um processo colaborativo coordenado pela diretora Angela Deyva, durante a disciplina Práticas de Encenação, conduzida pelo professor Ricardo Guilherme, no curso de Teatro-Licenciatura da Universidade Federal do Ceará.
O espetáculo fala sobre duas irmãs, Claire e Solange, ambas empregadas domésticas que encenam ritualisticamente o assassinato da patroa. Durante a encenação, sentimentos e desejos são aflorados de forma contraditória. Sentem culpa e desejo, medo e coragem, em um jogo de poder coercitivo de submissão e ódio, justamente para pôr fim à dominação e opressão de suas vidas.

/// Dia 9 de agosto de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre. Duração: 60 minutos.

► [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] PROGRAMA QUINTA COM DANÇA
Espetáculo “Encanta o Meu Jardim”
Rosa Primo
O espetáculo é fruto do projeto de pesquisa de autoria de Rosa Primo, premiado pela Secretaria da Cultura de Fortaleza, denominado “Dance, uma conversa”. A pesquisa teve como centralidade o encontro, durante quatro dias, com cada um dos chamados três jovens coreógrafos de Fortaleza: Andréia Pires, Luiz Otávio e Marcio Medeiros. A partir desses encontros, Rosa Primo teria em sua corporeidade dançante elementos possíveis para pensar e propor um corpo em potência, possível de existir em termos de diferenças e de singularidades.
Segundo Rosa Primo, a motivação para “Encanta o Meu Jardim” partiu não somente do desejo de encontros a fim de responder a demandas variadas, mas do desafio de tentar apresentar um recorte preciso de um conjunto disperso. “Entender no corpo esse processo é vivenciar a busca de uma singularidade só possível porque diferente em si mesma. Partes, pedaços, restos compõem uma vida, um tempo, um jardim que se reinventa continuamente e mantém o encanto e o estranhamento”.

/// Dias 10, 17 e 24 de agosto de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Classificação etária: Livre. Duração: 60 minutos.

► [DANÇA] Espetáculo “KKKK”
Bu! Criações de Calabouço
O trabalhador em massa e suas outras possibilidades de estar. Com uniformes, os corpos se perdem no todo, e ao mesmo tempo se encontram ao criarem pontes de identificação com o público. O riso como reflexão sobre as condições e relações estabelecidas nos espaços de trabalho. Da cozinha para o quarto, do jardim para a garagem. Bater o ponto. Rir para não chorar. Constrangimento? Reação? É tão engraçado. É? Um convite para uma possível diversão. Possível.

/// Dias 11, 18 e 25 de agosto de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Classificação etária: Livre.


► [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] MOSTRA ENTRE PERFORMANCES E MOSTRA VIDEOGRAFIAS PERFORMATIVAS
Uma das maiores expressões da arte contemporânea, a performance cearense tem uma rica produção que se encontra na segunda edição das mostras Entre Performances e Videografias Performativas, de 11 a 13 de agosto, em vários espaços do Dragão.
A Mostra Entre Performances apresenta oito atrações que fazem aproximações diversas e experimentações estéticas que dialogam com os espaços do Dragão do Mar e que combinam elementos do teatro, das artes visuais e da música. Compõem a programação: "Vendedor de Amor", do Grupo As 10 Graças de Palhaçaria; "Pajeú", da Inquieta Cia.; "Aceita", do Coletivo Transeuntes; "Nascimento do Homem", do Grupo Panelinha de Teatro; "Dicotomia", de Thomas Saunders; "Azul", de Ítalo Campos; "Entre: Dragão do Mar", do Entre: Núcleo de Investigação Cênica; e "Carvão para seus olhos tocarem", de RC Campos.
Já a Mostra Videografias Performativas traz a exuberância prática e reflexiva sobre os campos da performance. Serão exibidos: "Bela, recatada e do lar", do Comedores de Abacaxi S/A; "Centauro", de Marina de Botas; "O batedor de bolsa", de Dalton Paula; "Café Colônial", de Naiana Magalhães; "Zeitgeist", de Paul Setúbal; "Malacon", de Marcos Martins; "Performance magia política e ativismo psíquico", de Marcelo Gandhi; "marxha das cem tetas", de Marie Carangi; "Mamilo proibidão", de Raoni Shaira; "Desaba", da Inquieta Cia.
As mostras são parte da Temporada de Arte Cearense (TAC) 2016/2017, programação que reúne os projetos artísticos selecionados pelos Editais Culturais – os editais de ocupação do Dragão do Mar. A TAC renova mensalmente as atrações de sua programação, destacando sempre as novidades da produção artística do Ceará, nas mais diversas linguagens. Nesta terceira edição, que vai de agosto de 2016 a dezembro de 2017, a TAC realiza 536 apresentações artísticas dos 176 projetos selecionados pelos Editais Culturais 2016/2017.

Parceria
As mostras Entre Performances e Videografias Performativas serão realizadas em parceria com o Dança em Foco – Festival Internacional de Vídeo & Dança, realizado tradicionalmente no Rio de Janeiro. Neste ano, pela primeira vez, o festival, já na 15ª edição, migra para a capital cearense. De 11 a 30 de agosto, no Dragão do Mar, o Dança em Foco apresenta a Mostra Internacional de Videodança, Masterclasses e Palestras (MIV), com programação ainda nos dias 16, 17 e 18 deste mês, na Escola Porto Iracema das Artes, que terá participação de Alexandre Veras (Brasil), Andres D. Abreu (Cuba), Brisa MP (Chile), Gilles Jobin (Suíça) e Ximena Monroy (México).
O Dança em Foco é um projeto de difusão, experimentação, formação e produção das diferentes possibilidades de relação entre o vídeo e a dança. Criado em 2003 no Rio de Janeiro, é o primeiro evento brasileiro dedicado à interface vídeo/ dança. Em breve, toda a programação estará disponível no site www.dancaemfoco.com.br.
/// De 11 a 13 de agosto de 2017, em vários espaços do Dragão do Mar. Acesso gratuito. Programação da mostra em anexo.


► [MÚSICA] BATALHA DO DRAGÃO
A Batalha do Dragão é um projeto mensal do Centro Dragão do Mar em parceria com o rapper Erivan Produtos do Morro. Na Batalha, MCs de várias comunidades de Fortaleza e Região Metropolitana se encontram para duelar através de rimas de improviso. Aquele que demonstrar mais intimidade com as palavras, maior conhecimento sobre os temas sorteados e destreza no pensamento é consagrado o vencedor da competição.
Em sua segunda edição, a Batalha do Dragão se consolida como mais um espaço para o desenvolvimento e fortalecimento da cultura Hip Hop, incentivando o surgimento de novos MCs, a participação das mulheres e o engajamento de MCs veteranos. As batalhas acontecem toda segunda sexta-feira de cada mês, a partir das 18h, no espaço Patativa do Assaré, no Centro Dragão do Mar. A inscrição é gratuita, mas as vagas para competir são limitadas.
Nesta edição, a Batalha do Dragão terá a participação do rapper Mano Ála. Ele é pedagogo, compositor, cantor, produtor de conteúdo audiovisual da M.A.R. Produções, fundador e presidente da Original Rap Cearense e produtor do Corredor Sonoro. Lançou seu primeiro disco em 2008, um resumo do seu trabalho de 1991 até 2007, intitulado "Crítica Construtiva".
Em 2010, lançou o segundo disco, "Pedagogia no Rap", no qual trouxe uma variedade de histórias literárias, brasileiras e mundiais. Já o terceiro CD da carreira, "Na Correria", foi lançado em 2014. Atualmente, Mano Ála trabalha o pré-lançamento do quarto álbum, denominado "Cada Cabeça Um Mundo Diferente", com previsão de finalização para o segundo semestre de 2017. Todos os trabalhos de Mano Ála contam com a produção de Erivan e foram gravados no estúdio Produtos do Morro – Produções de Rap.

Programação
18h - Abertura das inscrições
18h30 - Apresentação Mano Ála
19h - Início da Batalha
21h - Intervalo com microfone aberto
21h20 - Retorno da Batalha
21h30 - Anúncio do vencedor da Batalha do Dragão

Premiação
1º lugar – 2 beats e 2 gravações no estúdio Produtos do Morro – Produções de Rap + 2 camisas da Ogro Louco + 2 ingressos para o show do Cacife Clandestino

2º lugar – 1 beat e 1 gravação no estúdio Produtos do Morro – Produções de Rap + 1 camisa da Ogro Louco

3º lugar – 1 beat ou 1 gravação no estúdio Produtos do Morro - Produções de Rap

/// Dia 11 de agosto de 2017, a partir das 18h, no Espaço Patativa do Assaré. Acesso gratuito.


► [TEATRO INFANTIL] Espetáculo "A Viagem de Felipe"
Grupo Panelinha de Teatro
Um menino da cidade, engomadinho e fascinado na internet. Esse é Felipe, personagem central do espetáculo que conta a história deste garoto ao passar as férias na casa da vó, no interior. Lá não tem internet e ainda tem um prefeito muito malvado. E agora? Quais aventuras poderão acontecer nesse lugar tão misterioso? Como irá se divertir? Prontos para embarcar nessa viagem?
Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/0BwOXax3x5lK5bkVfTm9LV0lXYVk

/// Dias 12, 13, 19, 20, 26 e 27 de agosto de 2017, às 17h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Classificação etária: Livre.


► [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] PROGRAMA DANÇA POPULAR
Espetáculo "Dançando no Dragão” | Associação Cultural Maria Bonita
Apresenta três danças folclóricas: Xaxado, Maneiro Pau e Dança de São Gonçalo. São danças típicas da região e que trazem a característica do povo sertanejo, seja da dança, nas indumentárias, na música e na fé.


Espetáculo “Brasil em Festa” | Balé Folclórico Arte Popular de Fortaleza
Demonstra a beleza das manifestações populares brasileiras através da dança e música típicas das diversas regiões. Inclui manifestações culturais de vários estados brasileiros, como Amazonas (Boi de Parintins), Pará (Lundu e Carimbó), Maranhão (Boi do Maranhão), Ceará (Coco, Baião, Xote e Maracatu), Pernambuco (Frevo e Caboclinhos), Paraíba (Xaxado), Bahia (Axé), Rio de Janeiro (Samba) e Rio Grande do Sul (Danças Tradicionais Gaúchas).

/// Dias 12 e 26 de agosto de 2017, às 18h, no Espaço Rogaciano Leite Filho. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.


► [TEATRO] Espetáculo "Caio e Léo"
Outro Grupo de Teatro
O Outro Grupo de Teatro apresenta temporada do espetáculo “Caio e Léo” aos sábados e domingos de agosto, no Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, sempre às 20h. Em um texto de Rafael Martins com direção de Yuri Yamamoto, os atores Ari Areia e Tavares Neto dão vida aos personagens título da obra para contar uma história de desejo e descoberta que começa e termina na beira do mar aberto. Os ingressos custam R$ 5 (meia), R$ 10 (inteira), a classificação indicativa é 16 anos.
“Caio e Léo” estreou em 2014, resultado do trabalho desenvolvido pelo Outro Grupo de Teatro na primeira turma do Laboratório de Pesquisa Teatral (LabT) do Porto Iracema das Artes. A montagem contou com importantes interlocuções artísticas como a de Gilberto Gawronski (RJ) que acompanhou o grupo durante os oito meses de processo, além de Antônio Januzeli (SP), Luís Fernando Marques (SP), Danilo Pinho (CE) e Andrea Pires (CE) que também deram importantes contribuições.
A temporada do espetáculo no Dragão do Mar compõe a programação da Mostra de Repertório da companhia que completa seis anos de atividades continuadas em 2017 e vai ocupar três teatros da cidade com três espetáculos de quinta-feira a domingo durante o mês de agosto. A atividade é parte do projeto de manutenção do grupo contemplado no Edital das Artes 2015 da Secretaria da Cultura do Governo do Ceará (Secult).

/// Dias 12, 13, 19, 20, 26 e 27 de agosto de 2017, às 20h, no Teatro Dragão do Mar. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Classificação etária: 16 anos.

► [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] PROGRAMA POLIFONIAS
Caio Castelo | Show “Dois Olhos”
O cantor e compositor Caio Castelo apresenta seu segundo trabalho, “Dois Olhos”, produzido por Alê Siqueira. O álbum foi concebido na Escola Porto Iracema das Artes e gravado durante uma imersão numa fazenda. O show traz a atmosfera deste disco, que combina rock, MPB e psicodelia mescladas com canções de seu trabalho anterior.


Pedro Frota | Show “Influência”
O compositor, cantor e violonista Pedro Frota apresenta o show “Influência”, baseado em composições próprias junto a um trio formado por piano, baixo e bateria, sob a direção musical do pianista Thiago Almeida. Essa formação permite explorar o sincretismo da música popular brasileira dentro de uma linguagem que se pode chamar de jazzística. O resultado é uma sonoridade ao mesmo tempo brasileira e universal.


/// Dia 12 de agosto de 2017, às 20h, no Anfiteatro. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.





► [CIRCUITO DE MÚSICA ERUDITA] SAX IN CENA
Primeiro quarteto de saxofones profissional do Ceará, o grupo Sax in Cena apresenta obras de compositores franceses e peças de Alberto Nepomuceno.

/// Dia 13 de agosto de 2017, às 18h, no Auditório. Acesso gratuito.


► [TEMPORADA DE ARTE CEARENSE] PROGRAMA LEITURAS NO DRAGÃO
Espetáculo “Poesia de Quinta”
Versos e Canções
A intervenção lítero-musical “Poesia de Quinta” é uma gentileza urbana promovida pelo grupo Versos & Canções e nasceu do desejo de espalhar cotidianamente arte pelas ruas da cidade. Encontrando assim, por meio da poesia e da música este caminho. Objetivando a promoção da leitura, bem como a disseminação e a acessibilidade da arte, através da distribuição de balões e poemas escritos à mão, e apresentações musicais.
Com poesias autorais, e algumas homenagens a poetas cearenses consagrados como Patativa do Assaré, Juvenal Galeno, Cego Aderaldo, Rodolfo Teófilo e outros escritores de renome como Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Mario Quintana, trechos de poemas são escritos à mão e distribuídos como forma de despertar a sensibilidade e a curiosidade para a obra dos autores citados.

/// Dias 13 e 20 de agosto de 2017, às 20h, no Espaço Rogaciano Leite. Acesso gratuito. Classificação etária: Livre.


//// TODA SEMANA NO DRAGÃO DO MAR

Feira Dragão Arte
Feira de artesanato fruto da parceria com Sebrae-CE e Siara-CE.
Sempre de sexta a domingo, das 17h às 22h, ao lado do Espelho D'Água. Acesso gratuito.

Pôr do Som
Grupos de instrumentistas apresentam formações variadas e repertório de compositores nacionais e internacionais.
Todos os sábados, às 17h, na Arena Dragão do Mar. Acesso gratuito.

Planeta Hip Hop
Grupos promovem exibições de dança e música hip hop.
Todos os sábados, às 19h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.

Brincando e Pintando no Dragão do Mar
Brincadeiras e atividades infantis orientadas por monitores animam a criançada.
Todos os domingos, das 16h às 19h, na Praça Verde. Gratuito.

Fuxico no Dragão
Atrações artísticas e uma feirinha com vinte expositores de produtos criativos em design, moda e gastronomia agitam as tardes de domingo.
Todos os domingos, das 16h às 20h, na Arena Dragão do Mar. Gratuito.


//// PLANETÁRIO RUBENS DE AZEVEDO

O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura informa que o Planetário Rubens de Azevedo passa por manutenção corretiva. Está, portanto, temporariamente fechado para atendimento ao público amplo, funcionando apenas para escolas agendadas. Informações: 3488.8639 ou www.dragaodomar.org.br/planetario

//// MUSEU DA CULTURA CEARENSE (MCC)

► Exposição “Miolo de Pote: a cerâmica cearense primitiva e atual”
Reunindo uma série de peças feitas de barro, a mostra apresenta o dinamismo e vivacidade desta arte ancestral e milenar, no Ceará, além de trazer ainda a contribuição de artistas plásticos e visuais como Bosco Lisboa, Gentil Barreira e Tiago Santana.
Potes, panelas, alguidar, caco de torrar café, brinquedos. A exposição Miolo de Pote revela um Ceará uno e múltiplo, similar e diverso, em dia com as heranças indígenas, africanas, ibéricas. “Primitiva e atual, a arte no barro mantém características próprias em cada localidade ou região, seja no tipo de material, no desenho, nas técnicas, seja no resultado final”, define a curadora Dodora Guimarães. Além dela, a mostra tem ainda a contribuição curatorial da historiadora e diretora de museus do Centro Dragão do Mar, Valéria Laena.
Miolo de Pote reúne, sobretudo, duas coleções públicas: a do Museu da Cultura Cearense (Instituto Dragão do Mar), feita entre 1997 e 1998, que cobriu a Região do Cariri, Saboeiro e Iguatu; e a da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Governo do Estado do Ceará), adquirida em 2005 e 2006, durante o Projeto Secult Itinerante, que percorreu todo o Estado. Algumas peças advindas do Projeto Comida e da exposição O Fabuloso Mundo do Barro, ambos do MCC, enriquecem a mostra que conta ainda com a participação dos artistas plásticos e visuais Bosco Lisboa, Gentil Barreira, Liara Leite, Sabyne Cavalcanti, Tiago Santana, Tércio Araripe, Terry Araújo e Túlio Paracampos.

Instalação de Bosco Lisboa
Em julho, o MCC e o artista Bosco Lisboa desenvolveram uma oficina gratuita, aberta ao público, cujas peças produzidas agora são parte de uma instalação inédita, nesta exposição. Nas aulas ministradas de 19 a 22 de julho, no ateliê da Praça Verde do Dragão do Mar, o artista ensinou as técnicas para se trabalhar com argila.
Natural de Juazeiro do Norte (CE), Bosco desenvolveu, por mais de dez anos, uma pesquisa com artesãos do Sítio Touro e do bairro Tiradentes, tradicionais redutos da cerâmica de sua cidade natal. Em 1994, passou a moldar o barro tendo em vista sua relação com o cotidiano. Por seu trabalho, recebeu menção honrosa no Salão dos Novos em 1993, em Fortaleza. Entre as exposições coletivas de que participou, destacam-se 1ª Bienal do Cariri (Juazeiro do Norte, 2001), Bienal Naif’s (Sesc Piracicaba, 2004) e Projeto Abolição Tudo É de Barro, no Centro Cultural do Abolição (Fortaleza, 2005).
/// Em cartaz por tempo indeterminado, no Piso Intermediário do MCC. Visitação de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.



► Exposição Vaqueiros
Exposição lúdica, de caráter didático, percorre o universo do vaqueiro a partir da ocupação do território cearense pela pecuária até a atualidade. Utiliza cenografia, imagens e objetos ligados ao cotidiano do vaqueiro.
/// Em cartaz permanentemente, no Piso Inferior do Museu da Cultura Cearense. Devido à manutenção, a mostra está aberta somente para visitas agendadas de escolas. Contato: (85) 3488.8621. E-mail: agendamentomuseus@gmail.com.


Ações do Núcleo Educativo do MCC

[PROJETO ANUAL]AMPLIANDO OS OLHARES / DIALOGANDO COM A OBRA
Visitas mediadas para o público espontâneo, sem necessidade de agendamento prévio.
É imensurável a diversidade de experiências e aprendizados dos diferentes públicos quando visitam exposições. Os acervos expostos costumam suscitar inúmeras questões: de onde veio? Quem fez? Qual significado? Por que está neste lugar? Para alguns, o diálogo com o educador é essencial para significar o acervo exibido.
Todas e todos os (as) interessados (as) em “ampliar os olhares” para as exposições do MCC e “dialogar” com o acervo por meio de atividades diversas (oficinas, contações de história, cine clube, jogos, descoberta dirigida, etc) estão convidados a participar desta programação.

QUANDO: aos sábados e domingos de agosto, a partir das 17h
ONDE: Somente na exposição “Miolo de pote”
QUEM MEDIA: Educadores do MCC.
PÚBLICO ALVO: Famílias, amigos, casais, crianças, estudantes. Público livre.
Informações: 85 3488.8621 ou educamcc@gmail.com



[PROJETO ANUAL] MUSEU VAI À ESCOLA
Projeto que leva o MCC e a educação patrimonial para dentro da sala de aula.
O “Museu vai à Escola” é uma ação voltada para jovens estudantes dos diferentes níveis de ensino. Sua proposta é contribuir, a partir de reflexões e atividades sobre o patrimônio cultural do Estado do Ceará, com uma educação que aponte para questões recorrentes na sociedade atual, suscitadas pelas exposições e acervo do MCC, estimulando os estudantes a pensar sobre o patrimônio cultural brasileiro e fazê-los reconhecer e respeitar a diversidade cultural dos povos e de sua própria localidade, através de ações interdisciplinares em parceria com professores.
A atividade é realizada em dois encontros: no primeiro, a equipe do Núcleo Educativo do MCC vai até a escola. Lá, com suporte de materiais didáticos como quadros, imagens ampliadas,
réplicas de obras do acervo, fotografias, dentre outros, os educadores realizam discussões dirigidas, palestras e oficinas com a turma, com foco no conteúdo supracitado. Encerra-se esta etapa com a apresentação do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, do Museu da Cultura Cearense e de suas exposições.
O segundo encontro (não obrigatório) é realizado com a visita da turma às exposições do MCC.
Os professores, coordenadores pedagógicos e demais interessados em realizar a ação com suas turmas, devem entrar em contato com o Núcleo Educativo do MCC pelo telefone 3488-8621 ou pelo e-mail educamcc@gmail.com para agendar a atividade.

DATA E HORÁRIO: mediante agendamento prévio.
CONTATOS PARA AGENDAMENTO E INFORMAÇÕES: 3488-8621 / educamcc@gmail.com


/// MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO CEARÁ

► Exposição "O fotógrafo Chico Albuquerque, 100 anos"
A mais completa mostra sobre a obra de um dos grandes nomes da fotografia no Brasil pode ser visitada até o agosto no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC) do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Realizada pelo Instituto Moreira Salles (IMS), do Rio de Janeiro, e a Terra da Luz Editorial, do Ceará, a exposição "O fotógrafo Chico Albuquerque, 100 anos", apresenta cerca de 400 fotografias, além de objetos, livros, recortes, exibição de filmes ("It's All True", "Cangaceiros"), documentários sobre ele, vídeo sobre o livro Mucuripe, entrevistas, entre outros.
Nascido há 100 anos (25 de abril de 1917) e falecido há 16 (26 de dezembro de 2000), "Seu Chico" como era chamado por tantos amigos, colegas e admiradores de sua obra, foi o precursor da fotografia na publicidade no Brasil e fez escola com sua arte que foi, é e será sempre uma grande referência. O pioneirismo, suas múltiplas habilidades e seu extremo domínio da luz e da técnica o levaram ao patamar de mestre de gerações de fotógrafos Brasil afora. "Essa exposição pretende apresentar ao público a maestria de Chico Albuquerque, que teve uma rica trajetória de mais de 65 anos na fotografia brasileira", diz Patricia Veloso, da Terra da Luz, que divide a curadoria com Sérgio Burgi, do IMS.
Muitas fotografias são expostas pela primeira vez no Ceará. Elas são parte do acervo de cerca de 75 mil imagens produzidas pelo fotógrafo cearense em São Paulo entre 1947 e 1975, que está preservado na Reserva Técnica Fotográfica do Instituto Moreira Salles por meio de convênio com o Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Esse material foi digitalizado no IMS, que fez, em seguida, um minucioso trabalho de recuperação das imagens, boa parte delas bastante degradadas. Outra parte da exposição é composta por fotografias mantidas no Ceará, sendo, pois, um encontro de acervos, dando uma visão de toda a obra, resultando na mais completa mostra já realizada sobre ele.
"O fotógrafo Chico Albuquerque, 100 anos" apresenta as várias fases de sua vida e obra. Uma das salas lembra o período de 1934 a 1945, que são os primeiros anos da ABAFILM, fundada em Fortaleza por seu pai, Adhemar Bezerra de Albuquerque, e o início da carreira profissional de Chico, que esteve à frente do estúdio da empresa de fotografia do pai. É dessa época o trabalho de still do filme It's All True, do cineasta Orson Welles, do qual participou Chico Albuquerque, e os registros do cangaço feitos por Benjamim Abrahão, cujo serviço foi contratado pela ABAFILM.
Em 1945, Chico Albuquerque mudou-se para São Paulo, onde abriu seu estúdio e destacou-se como um dos melhores retratistas do país, tornando-se um ícone da fotografia publicitária no Brasil, atividade que iniciou em 1949 junto às maiores agências de publicidade nacionais e internacionais.
Do período que residiu em São Paulo datam a série de cerca de 50 retratos de artistas, políticos e outras personalidades, as fotografias de arquitetura, moda, indústria automobilística e as imagens urbanas da capital paulista, produzidas nas décadas de 1960 e 1970, nunca expostas em Fortaleza. Na mostra há também um espaço dedicado ao fotoclubismo, movimento que participou como membro do Foto Cine Clube Bandeirante e que projetou a fotografia brasileira no cenário internacional.

Mucuripe, Frutas e Jericoacoara – Do acervo que permanecem no Ceará, estão séries como Frutas, de 1978, Jericoacoara, sendo esteo último ensaio que realizou, em 1985, e Mucuripe, a famosa documentação sobre os jangadeiros na praia de Fortaleza registrada por Chico Albuquerque em duas épocas distintas. A primeira vez foi em 1952, gerando uma grande repercussão nacional, com exposição no MASP e divulgação em revista de circulação nacional. A segunda, 36 anos depois, em 1988, cujas fotografias compuseram a primeira publicação do livro Mucuripe, lançado no ano seguinte. Editora e curadora também dos livros sobre a obra de Chico Albuquerque, Patricia Veloso lembra que as duas primeiras edições de Mucuripe tiveram o acompanhamento do fotógrafo nos serviços de impressão em São Paulo.
Recortes e afetos – A exposição reserva um espaço que é chamado pelos curadores como Sala dos Afetos, com registros de pessoas que fotografaram Chico Albuquerque, fotos pessoais, da família e lugares onde morou.

Em cartaz até o dia 31 de agosto de 2017, no MAC-CE. Visitação: terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até as 18h30); e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

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