Foto: André Mota
Uma homenagem ao mais brasileiro dos ritmos:
Eu vou pro samba, um show inédito na cidade com o cantor e compositor João
Bosco e o instrumentista e compositor Hamilton de Holanda
A CAIXA Cultural Fortaleza
apresenta, de 23 a
25 de fevereiro de 2018, o show Eu vou pro samba, encontro inédito em Fortaleza
dos renomados músicos Hamilton de Holanda e João Bosco. No palco, os artistas
celebram o samba, apresentando alguns de seus temas preferidos em novos e
personalizados arranjos que integram o violão (e a voz) de João Bosco com o
bandolim de Hamilton de Holanda.
Cada artista, a seu modo,
construiu uma vitoriosa carreira que, neste momento, conflui nos acordes do
samba, em um lugar compartilhado: o palco. “Incompatibilidade de gênios”,
“Linha de passe” e “Corsário”, composições de João Bosco e Aldir Blanc, ganham
renovados contornos instrumentais. Também integram o repertório desse show as
canções “Milagre” de Dorival Caymmi, e “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso.
Sobre João Bosco
O mineiro mais carioca da música
popular tem mais de 40 anos de carreira. Cantor, compositor e violonista, viveu
sua infância em um ambiente musical. Em 1967, conheceu o poeta Vinicius de
Moraes, que viria a ser seu primeiro parceiro. Com o poeta compôs "Rosa
dos Ventos", "Samba do Pouso" e "O Mergulhador", entre
outras canções. A parceria com Aldir Blanc começou em 1970, quando conheceu o
compositor que formaria com Bosco a parceria que lhes rendeu mais de uma
centena de canções como “O Mestre Sala dos Mares”, “O Bêbado e A Equilibrista”,
“Bala com Bala”, “Kid Cavaquinho”. Em 1972 conheceu Elis Regina, que gravou uma
parceria sua com Aldir Blanc: “Bala com Bala”. A carreira de João Bosco
deslanchou com a interpretação da cantora para o bolero “Dois Pra Lá, Dois Pra
Cá”.
Nos anos de 1980 e 1990, após
encerrar parceria com Aldir Blanc, passa a compor com diferentes parceiros,
como Antonio Cícero, Wally Salomão, Abel Silva e, de uns anos para cá, com seu
filho Francisco Bosco, escritor e poeta. Em 2003, João Bosco lança o inédito
"Malabaristas do Sinal Vermelho”. No álbum, o artista provou ser capaz de
atualizar a temática social, sempre presente na sua obra, sem esquecer seu
jeito de fazer música. O trabalho, parceria com o filho Francisco Bosco,
recebeu indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira.
Atualmente, trabalha o lançamento do álbum “Mano Que zuera”, que saiu no final
de 2017, foi aclamado pela crítica, além de indicado na categoria de Melhor
Disco na premiação da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA).
Recentemente, João Bosco recebeu o Prêmio à Excelência Musical da Academia
Latina da Gravação, durante a 18ª Entrega Anual do Grammy Latino.
Sobre Hamilton de Holanda
Hoje, 17 anos depois de adicionar
duas cordas extras ao bandolim, 10 no total, reinventa a forma de tocar o
instrumento e o liberta do legado de algumas de suas influências e gêneros.
Hamilton é um músico de estilo único. A Música Popular Brasileira é a sua matriz
desde o início. A paixão e comprometimento com essa herança musical nacional é
tão grande que, a partir de sua iniciativa, no ano 2000 foi criado o Dia
Nacional do Choro, que é comemorado todo dia 23 de abril, data de nascimento de
Pixinguinha. Em sua trajetória consta o prêmio de melhor instrumentista por
unanimidade, erudito e popular, do Icatu Hartford de Artes 2001.
O seu primeiro trabalho solo, ‘01
byte 10 cordas’, foi o primeiro CD de bandolim 10 solo do mundo. Hamilton de
Holanda foi diversas vezes nominado ao Latin Grammy, sendo premiado nas duas
últimas edições: em 2016, na categoria Melhor Disco Instrumental com ‘Samba de
Chico’ e, em 2015, na categoria Melhor Canção Brasileira com “Bossa Negra”,
parceria com Diogo Nogueira e Marcos Portinari. Já dividiu o palco com Milton
Nascimento, Chico Buarque, Chucho Valdes, Egberto Gismonti, Zeca Pagodinho,
Stefano Bollani, Djavan, Richard Galliano, Marisa Monte, Alcione, Maria
Bethania, SeuJorge, entre muitos outros. Participou também das gravações de CDs/DVDs
de Maria Bethania, Djavan, Beth Carvalho, João Bosco, entre outros. Em
constante produção, Hamilton enfileira inúmeros lançamentos em 36 anos de
profissão. Em 2018, o Baile do Almeidinha celebrou seis anos e ganhou uma
versão infantil, o Bailinho do Almeidinha.
Serviço:
Música: Eu vou pro samba, de João
Bosco e Hamilton de Holanda
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287,
Praia de Iracema
Data: 23 a 25 de fevereiro de 2018
Horários: sexta, às 20h | sábado,
às 18h e às 20h | domingo 19h
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: livre
Ingressos: R$20,00 e R$ 10,00
Vendas a partir do dia 22 de
fevereiro, das 10h às 20h, na bilheteria do local
Acesso para pessoas com deficiência
e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no
local
Paraciclo disponível no pátio
interno
Informações gerais | Bilheteria
da CAIXA Cultural Fortaleza: (85) 3453-2770
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