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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Premiação] EDP é vencedora nacional do Prêmio Aberje com a exposição itinerante ‘A Energia da Língua Portuguesa’


 
Premiação reconheceu os melhores cases e organizações na área da comunicação “empresarial

A EDP, companhia que atua em todos os segmentos do setor elétrico, foi a vencedora nacional do Prêmio Aberje 2018, na categoria Comunicação de Programas, Projetos e Ações Culturais. Trata-se do principal reconhecimento para organizações e profissionais que se destacaram na área da comunicação empresarial, valorizando as melhores práticas de todo o Brasil. A exposição esteve em Fortaleza nos dias 07, 08 e 09 de setembro, no Aterro da Praia de Iracema.

O case vencedor ‘Caminhão EDP – A Energia da Língua Portuguesa’ é uma exposição sobre rodas, com 300 m², que recebeu mais de 22 mil visitantes de 18 cidades de oito estados do País. Utilizando a estrutura móvel de um caminhão, a mostra permite aos visitantes conhecer mais sobre os países que falam a língua portuguesa, as peculiaridades e diferenças do português falado no Brasil e em Portugal, e curiosidades sobre expressões comuns desse idioma, o mais utilizado no hemisfério sul do planeta.




“Para a EDP, a língua é um patrimônio a ser preservado e valorizado. A Companhia criou essa exposição itinerante para levar a pessoas de todo o Brasil um pouco da a experiência do Museu da Língua Portuguesa, enquanto ele não é reinaugurado”, afirma Eny Caldo, Gestora Operacional Eventos, Patrocínios e Ativação de Marca na EDP.

Com um investimento de R$ 20 milhões, a EDP é a principal patrocinadora da reconstrução do Museu da Língua Portuguesa, destruído por um incêndio em 2015. Em outubro, a Empresa já havia sido reconhecida regionalmente, no estado de São Paulo, com o Prêmio Aberje e, agora, foi a vencedora da etapa nacional, ao lado da Fundação Roberto Marinho.

Empresas] DP entra pelo 13º ano consecutivo no Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3


A EDP, empresa que atua em toda a cadeia do setor elétrico brasileiro, foi selecionada entre as 30 empresas integrantes da 14ª Carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, antiga BM&FBovespa, pela 13ª vez consecutiva. O período de vigência será de 7 de janeiro de 2019 a 3 de janeiro de 2020.

A carteira é composta apenas por companhias com rigoroso comprometimento com o desenvolvimento sustentável, geração de valor compartilhado, governança corporativa, além de elevado desempenho nas dimensões econômico-financeira, social, ambiental e de mudanças climáticas.

“A presença da EDP no ISE Bovespa pela 13a vez consecutiva é o resultado de um compromisso consistente com as melhores práticas de governança corporativa e de um modelo de negócio social e ambientalmente responsável. Buscamos o equilíbrio com todas as partes relacionadas. Os referenciais do ISE têm nos servido, ao longo do tempo, para nos aprimorarmos continuamente nessa relação”, afirma Miguel Setas, presidente da EDP no Brasil.

O Grupo EDP também integra pelo 11º ano consecutivo o Índice de Sustentabilidade Dow Jones World (DJSI World), destacando-se na dimensão social, com a melhor pontuação da indústria (89 pontos).

No Ceará, a EDP é responsável pela UTE Pecém I, sediada no município de São Gonçalo do Amarante. Em operação desde 2012, a Usina gera 370 empregos diretos e 1.053 empregos indiretos. A atividade da termelétrica foi responsável pela transformação do Ceará de estado importador em exportador da energia elétrica.

Sobre a EDP


Com mais de 20 anos de atuação, a EDP é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico a operar em toda a cadeia de valor. A Companhia, que tem mais de 10 mil colaboradores diretos e terceirizados, atua em Transmissão, Comercialização e Serviços de Energia, e possui sete unidades de geração hidrelétrica e uma termelétrica. Em Distribuição, atende cerca de 3,4 milhões de clientes em São Paulo e no Espírito Santo. Recentemente, tornou-se a principal acionista da CELESC, em Santa Catarina. No Brasil, é referência em áreas como Inovação, Governança e Sustentabilidade.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Arte] EDP e Instituto Tomie Ohtake apresentam Mostra dos artistas selecionados do 6º Prêmio EDP nas Artes


 Os trabalhos serão expostos a partir do dia 28 de novembro, às 20h, no Instituto Tomie Ohtake, quando serão anunciados os três premiados
 
O Prêmio EDP nas Artes, iniciativa do Instituto Tomie Ohtake e da EDP Brasil com o apoio do Instituto EDP, realiza mostra das obras dos artistas selecionados em sua sexta edição. Na inauguração, serão conhecidos os três premiados com residências internacionais entre os 10 selecionados: Ana Cláudia De Almeida Santos (Rio De Janeiro - RJ, 1993); Elilson Gomes Do Nascimento (Recife -  PE, 1991); Iagor João Barbosa Peres (Rio De Janeiro - RJ, 1995); Jéssica De Souza Luz (Araranguá - SC, 1992); Lucas Emanuel Furtado Soares (Belo Horizonte - MG, 1994); Ludmila Porto Cioffi De Lima (São Paulo - SP, 1989); Lyz Parayzo (Rio De Janeiro – RJ, 1994); Mariana Rosado Ferreira (Recife -  PE, 1989); Matheus De Simone Maciel (Rio De Janeiro - RJ,1994) e Rafael José Bandeira Da Penha (Belém -PA, 1992).

Do total das 464 inscrições, quase o dobro em relação à edição anterior, foram pré-selecionados 20 nomes, mediante análise de portfólio, desempenhada por um júri formado pelos artistas Artur Lescher, Fabio Morais, Jonas Van Holanda, Virgínia de Medeiros e as curadoras Diane Lima e Luise Malmaceda. Após entrevistas individuais via Skype, definiu-se a lista dos 10 selecionados, divulgados no início de agosto passado. O grupo recebeu acompanhamento personalizado da equipe de jurados para o processo de realização de suas respectivas obras, oportunidade rara para jovens artistas. Este acompanhamento implementou os critérios para a escolha dos três vencedores, que serão contemplados com bolsas de residência artística no exterior.

Voltado para estimular a produção artística contemporânea, o Prêmio EDP nas Artes é voltado para jovens artistas de todo o Brasil, nascidos ou residentes no país há pelo menos dois anos, com idade entre 18 e 29 anos. A iniciativa, além da premiação, contempla uma série de atividades ao longo do ano, como cursos, palestras e workshops em regiões brasileiras onde o acesso à arte contemporânea é mais restrito. Nesta edição, São José dos Campos, Vitória e Palmas receberam a programação.

“O Instituto EDP, desde sua criação há dez anos, tem como um de seus principais objetivos promover a arte e a cultura em todo o Brasil. O prêmio EDP nas Artes é uma das principais ações da Companhia nessa frente, estimulando o desenvolvimento da arte contemporânea e ajudando a educar as novas gerações de grandes artistas”, reforça Luis Carlos Gouveia Pereira, diretor-executivo do IEDP.

Na edição anterior, em 2016, os três premiados foram António Tarsis de Jesus (Salvador, BA); Luisa Puterman (São Paulo, SP); e Jonas Van Holanda (Fortaleza, CE). Eles tiveram a oportunidade de ir à Colômbia, Canadá e Portugal para expandirem suas formações.

Sobre EDP e IEDP

Com mais de 20 anos de atuação, a EDP é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico a operar em toda a cadeia de valor. A Companhia, que tem mais de 10 mil colaboradores diretos e terceirizados, atua em Transmissão, Comercialização e Serviços de Energia, e possui 15 unidades de geração hidrelétrica e uma termelétrica. Em Distribuição, atende cerca de 3,4 milhões de clientes em São Paulo e no Espírito Santo. Recentemente, adquiriu participação na CELESC, em Santa Catarina. No Brasil, é referência em áreas como Inovação, Governança e Sustentabilidade, estando há 12 anos consecutivos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3.

Desde que foi fundado em 2008, o Instituto EDP investiu R$ 100 milhões em projetos socioculturais, que beneficiaram cerca de três milhões de pessoas, em 377 programas espalhados por todo o País. Somente em 2017, 35 iniciativas apoiadas pela organização favoreceram 60 mil moradores das comunidades do entorno das áreas de atuação da Companhia. O Instituto EDP tem como responsabilidade estruturar os investimentos e as iniciativas sociais da EDP em frentes ligadas à valorização da Língua Portuguesa, à educação, ao desenvolvimento local com geração de renda, ao empreendedorismo e ao voluntariado, por meio do esporte, cultura e saúde.

Sobre Instituto Tomie Ohtake

Inaugurado em 21 de novembro de 2001, o Instituto Tomie Ohtake tornou-se uma referência no circuito das artes visuais pela qualidade de sua programação. Destaca-se por ser o único espaço da cidade que se dedica a organizar mostras nacionais e internacionais de artes plásticas, arquitetura e design, além de promover prêmios nestas três áreas, além da educação. A instituição consagrou-se ainda por conceber um amplo e criativo trabalho de educação por meio da arte, fundamentado na pesquisa, produção de material, na formação de professores e numa programação de cursos com visão inovadora no ensino da arte. Além disso, desenvolve inédito programa de acessibilidade para repensar questões como acesso à cultura e diversidade, com foco no atendimento de públicos que não têm garantidos seus direitos sociais. 

Sobre os Jurados

Artur Lescher (1962, São Paulo - SP). A obra de Artur Lescher marca presença na arte contemporânea brasileira com instalações, esculturas e objetos que ocupam espaços com força e fluidez. Seus trabalhos integram as coleções do The Museum of Fine Arts, Houston, e Philadelphia Museum of Art (ambos nos EUA), MALBA – Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires e MAMBA - Museo de Arte Moderno de Buenos Aires (Argentina), Pinacoteca do Estado de São Paulo, MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, entre outras. O artista participou das edições de 1987 e 2002 da Bienal de São Paulo e da edição de 2005 da Bienal do Mercosul em Porto Alegre, Brasil, onde também atuou como curador na edição de 2009. Expôs em diversas mostras na América Latina, na Europa e nos Estados Unidos, além de mostras individuais, recentemente expos no Palais d’Iena (2017), em Paris, Galeria OMR, Cidade do México e Galeria Nara Roesler em São Paulo.

Diane Lima (1986, Mundo Novo - BA) é curadora independente, pesquisadora e diretora criativa. Mestra em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, seu trabalho concentra-se em experimentar práticas curatoriais multidisciplinares em perspectiva decolonial. Entre os projetos criou o AfroTranscendence (Red Bull Station/ Galpão VideoBrasil), foi curadora entre 2016 e 2017 do Diálogos Ausentes (Itaú Cultural) e em 2018, do Valongo Festival Internacional da Imagem. Em 2019 realiza a Residência PlusAfrot na Villa Waldberta em Munique-Alemanha.

Fabio Morais (1975, São Paulo – SP) é artista visual com uma prática expositiva e editorial entre a visualidade e a escrita. Participou de exposições coletivas em instituições como Bienal de São Paulo, Bienal do Mercosul, Instituto Tomie Ohtake, MAM-SP, CCSP, SESC, Museu da Pampulha, MAC-Lion, MACBA, CGAC, Bonniers Konsthall, e sua última exposição individual foi Escritexpográfica, em 2017, na Galeria Vermelho. Em sua atuação editorial, tem livros publicados por Edições Tijuana, par(ent)esis, Dulcinéia Catadora, Ikrek Edições, entre outras.

Jonas van Holanda (1989 Fortaleza, Ceará) é artista trans não binário, pesquisador de insurgências de gênero. Estudou Artes Visuais no Parque Lage, RJ. O seu trabalho é baseado em subverter relações semânticas e criar referências estéticas com ferramentas e discursos decoloniais. Entre suas exposições mais recentes destacam: Quando nós estamos? no Instituto Tomie Ohtake (SP), Travessias Ocultas no SESC Bom Retiro (SP), Bestiário no CCSP. Trabalhou na 32a Bienal de SP na obra-restaurante Restauro de Jorge Menna Barreto. Esteve em residência na Casa Matony, em La Paz, Bolívia, e no Centro de Investigação Artística HANGAR em Lisboa, Portugal e A SUL no Lavadouro Público do Carnide também em Lisboa. Em 2016 foi o artista vencedor da 5ª edição do Prêmio EDP do Instituto Tomie Ohtake. Suas atividades incluem ações e workshops de micropolítica alimentar e estruturas decoloniais em gênero e feminismos, tentando reinventar o papel das transmasculinidades no contexto carnofalocentrista atemporal. Atualmente integra o júri da 6ª edição do Prêmio EDP no Instituto Tomie Ohtake. Vive e trabalha em São Paulo.

Luise Malmaceda (1988 e Santa Maria - RS) Membro do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake. Mestre em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo, é pós-graduada em História da Arte (FAAP) e graduada em Artes Visuais (UFRGS). Dedica-se a pesquisas voltadas para artes visuais e cultura experimental brasileira dos anos 1960-70. Atuou como pesquisadora e arte-educadora em instituições culturais como Fundação Iberê Camargo, Fundação Vera Chaves Barcellos e MAC-USP. Em 2015, foi editora da revista Harper’s Bazaar Art. Recentemente, vem integrando o júri de prêmios culturais e ministrando cursos livres.

Virginia de Medeiros (1973, Feira de Santana - BA) trabalha principalmente com videoinstalação e audiovisual, desenvolvendo uma obra que questiona os limites entre realidade e ficção. A artista lida com três pressupostos comuns aos campos da arte e do documentário: o deslocamento, a participação e a fabulação. De Medeiros. Em 2006, teve a obra “Studio Butterfly” selecionada pelo Programa Rumos Itaú Cultural e para a 27a Bienal de São Paulo. Em 2009, participou da residência artística “International Women for Peace Conference”, em Dili, Timor-Leste, e em 2007, da Residência Artística no Centro de Artes La Chambre Blanche, em Québec, Canadá. Recebeu o prêmio Rede Nacional Funarte Artes Visuais 2009 com a vídeo instalação “Fala dos Confins”, que em 2013 foi adquirida pelo Centro Cultural São Paulo. Em 2010 participou da 2ª Trienal de Luanda “Geografias Emocionais, Arte e Afectos” e em 2011, do 320 Panorama de Arte Brasileira, MAM São Paulo. Em 2012, ganhou a Bolsa Funarte Estímulo à Produção em Artes Visuais com o projeto “Jardim das Torturas” e foi premiada no 18o Festival de Arte Contemporânea Videobrasil com o Prêmio de Residência ICCo – Instituto de Cultura Contemporânea no Residency Unlimited – Nova York, EUA. Mostras coletivas recentes incluem: Missão (Centro Cultural São Paulo, São Paulo, 2014); Cães Sem Plumas (MAMAM, Recife, Brasil; Galeria Nara Roesler, São Paulo, Brasil, 2013); Projeto Novas Aquisições MAC CE- Dos percursos e das poesias (Dragão do Mar, Fortaleza, Brasil, 2013); Coletiva Instituto Cervantes (Instituto Cervantes, São Paulo, Brasil, 2012); Metrô de Superfície (Paço das Artes, São Paulo, Brasil, 2012); e Vídeo Guerrilha (Intervenção Urbana Augusta, São Paulo, Brasil, 2011).

Exposição:  6º Prêmio EDP nas Artes

Abertura: 28 de novembro, às 20h

Até 13 de janeiro de 2019, de terça a domingo, das 11h às 20h, entrada franca.

Instituto Tomie Ohtake

Av. Faria Lima 201 (Entrada pela Rua Coropés 88) - Pinheiros SP

Metrô mais próximo - Estação Faria Lima/Linha 4 - amarela

Fone: 11 2245-1900

http://premioedpnasartes.institutotomieohtake.org.br

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Empresas] EDP tem 45 milhões de euros para investir em startups


 
Grupo já investiu mais de 27 milhões de euros na busca de empresas com projetos relevantes

A EDP participou pelo terceiro ano consecutivo do Web Summit 2018, um dos maiores eventos de empreendedorismo e inovação do mundo, realizado em Lisboa, Portugal. O intuito foi buscar e apoiar startups com ideias inovadoras e soluções relevantes para o futuro do setor de energia. A Companhia tem 45 milhões de euros disponíveis para investir nos projetos mais promissores. Na edição de 2018 do Web Summit, a EDP convidou 13 startups para participar do evento. A cearense Delfos e a paranaense 4Vantes foram as duas brasileiras que participaram de mesas redondas e tiveram acesso a sessões de aconselhamento profissional e workshops. 

Os empreendedores interessados participaram do EDP Elevator Pitch, e, em apenas um minuto, apresentaram o seu projeto a um responsável da Empresa. O evento foi uma oportunidade única para, numa conversa rápida e convincente, desencadear oportunidades de negócio.

As startups com projetos que se enquadraram nos campos de negócio do grupo EDP poderão tornar-se parceiras. As áreas priorizadas pela Companhia são as energias limpas, as soluções focadas nos clientes, o armazenamento de energia, as redes inteligentes e a transformação digital.

Por meio da EDP Ventures, o grupo EDP tem três fundos de investimento disponíveis: um para startups portuguesas, outro para projetos do Brasil e um terceiro global. Desde que foi criada, a EDP Ventures já investiu 27 milhões de euros em oito países.

Web Summit – É um dos maiores eventos de empreendedorismo e inovação do mundo, realizado em Portugal. No local, os empreendedores têm acesso a um "alpha stand", um espaço onde demonstram suas soluções, garantindo assim uma maior visibilidade para suas inciativas e o estímulo a novos negócios. A conferência reúne cerca de 60 mil participantes, mais de 1.200 oradores e mais de 2.600 jornalistas internacionais.

Sobre a EDP no Brasil

Com mais de 20 anos de atuação, a EDP é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico a operar em toda a cadeia de valor. A Companhia, que tem mais de 10 mil colaboradores diretos e terceirizados, atua em Transmissão, Comercialização e Soluções em Energia, e possui 15 unidades de geração hidrelétrica e uma termelétrica. Em Distribuição, atende cerca de 3,4 milhões de clientes em São Paulo e no Espírito Santo. Recentemente, adquiriu participação na CELESC, em Santa Catarina. No Brasil, é referência em áreas como Inovação, Governança e Sustentabilidade, estando há 12 anos consecutivos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Empresas] EDP entra na lista das melhores empresas para se trabalhar do Brasil pelo terceiro ano consecutivo


 
Companhia foi selecionada para participar do Guia Melhores Empresas para Trabalhar, da revista VOCÊ S/A

A EDP, companhia que atua em todos os segmentos do mercado elétrico, entrou pelo terceiro ano seguido na lista das Melhores Empresas para Trabalhar, da revista VOCÊ S/A, que avalia as práticas de gestão de pessoas e o ambiente de trabalho de organizações de diferentes segmentos de atuação. No Ceará, a EDP é responsável pela UTE Pecém I, sediada no município de São Gonçalo do Amarante. Em operação desde 2012, a Usina gera 370 empregos diretos e 1.053 empregos indiretos. A atividade da termelétrica foi responsável pela transformação do Ceará de estado importador em exportador da energia elétrica.

O Guia, que selecionou 150 empresas de 19 setores da economia, analisou as políticas das companhias em 12 categorias. A EDP ficou acima da média das Melhores em quatro delas – Gestão da Sustentabilidade e Diversidade; Gestão das Relações Interpessoais; Employer Branding e Gestão da Saúde e Segurança. No que diz respeito ao primeiro tópico, que avalia se as empresas contribuem para a melhoria da comunidade e do meio-ambiente, destacam-se iniciativas como a implantação de centros de resgates de animais, projetos de educação ambiental, a preservação de 211,32 quilômetros quadrados de área de patrimônio genético e arqueológico, reciclagem de resíduos, e instalação de usinas solares em comunidades indígenas e ribeirinhas. Entre 2016 e 2017, essas ações receberam um aporte de cerca de R$ 200 milhões.

No item Employer Branding, que avalia o orgulho de trabalhar em uma determinada empresa, uma das ações mais elogiadas pelos colaboradores é o apoio à reconstrução do Museu da Língua Portuguesa, da qual a Companhia é a principal patrocinadora. Além disso, ao longo de 10 anos, por meio de seu Instituto EDP, a Empresa investiu R$ 100 milhões em ações voltadas à geração de renda e à educação nas áreas ao redor de suas operações.

No âmbito da Gestão das Relações Interpessoais, critério que avalia o clima e o nível de interação e integração entre as áreas, o bom desempenho se deveu ao projeto Cultura 2.0 – que envolveu os colaboradores na definição dos valores da Companhia, aumentando seu nível de engajamento – e ao programa EDP Agility, que promove a formação temporária de times multidisciplinares, 100% dedicados, para buscar soluções para desafios estratégicos da organização. A EDP ainda se destacou no item Gestão da Saúde e Segurança – um reflexo da forte atenção da Companhia para o assunto, refletida no primeiro valor da Cultura EDP: a vida sempre em primeiro lugar.

“A classificação, pelo terceiro ano consecutivo, na lista das Melhores Empresas para Trabalhar, mostra que estamos no caminho certo na estruturação das políticas que permitirão às nossas pessoas serem felizes no trabalho, o que está diretamente relacionado com seu nível de engajamento e produtividade”, afirma Fernanda Pires, diretora de RH da EDP.

Em 2018, a EDP também entrou na lista das 50 maiores empresas do País, tanto no anuário Valor 1000, elaborado pelo jornal Valor Econômico com base nas informações financeiras das organizações, quanto no especial Melhores & Maiores, da revista EXAME. Além disso, a Companhia foi eleita a melhor empresa do setor de Energia pelo anuário Época 360º e foi destaque no prêmio As 100 Mais Inovadoras no Uso de TI, realizado pela IT Midia em parceria com a PwC.

sábado, 15 de setembro de 2018

Ensino] EDP está entre as 50 maiores empresas do Brasil no ranking Valor 1000


Companhia também foi reconhecida na edição especial Melhores & Maiores, da revista EXAME

A EDP, companhia que a atua em todos os segmentos do mercado elétrico, está entre as 50 maiores empresas do País, segundo o anuário Valor 1000, elaborado pelo jornal Valor Econômico com base nas informações financeiras das organizações. Isso significa que a EDP avançou 18 colocações na comparação com 2017, chegando neste ano à 47ª posição no ranking geral.

Neste mês, a companhia já havia ingressado no rol das 50 maiores empresas do Brasil segundo o especial Melhores & Maiores, da revista EXAME, subindo 14 posições na comparação com o ranking do ano passado. A EDP Comercializadora também se destacou na publicação como uma das dez companhias que mais cresceram e a EDP Espírito Santo foi assinalada como uma das dez empresas que mais bem remuneram seus acionistas. A lista Melhores & Maiores é preparada pela Fipecafi, fundação ligada à Universidade de São Paulo, e aponta as 1000 maiores corporações do País.

No Ceará, a EDP é responsável pela UTE Pecém I, sediada no município de São Gonçalo do Amarante. Em operação desde 2012, a Usina gera 370 empregos diretos e 1.053 empregos indiretos. A atividade da termelétrica foi responsável pela transformação do Ceará de estado importador em exportador da energia elétrica.

“Esta entrada na lista das 50 maiores reflete a aposta firme da EDP no Brasil, por meio dos nossos investimentos crescentes no setor elétrico brasileiro. Adicionalmente, é o reconhecimento do esforço coletivo e do profissionalismo da equipe EDP, a quem aproveito para parabenizar e agradecer”, afirma Miguel Setas, presidente da Empresa.

Com mais de 20 anos de atuação, a EDP é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico a operar em toda a cadeia de valor. A Companhia, que tem mais de 10 mil colaboradores diretos e terceirizados, atua em Transmissão, Comercialização e Soluções em Energia, e possui 15 unidades de geração hidrelétrica e uma termelétrica. Em Distribuição, atende cerca de 3,4 milhões de clientes em São Paulo e no Espírito Santo. Recentemente, adquiriu participação na CELESC, em Santa Catarina. No Brasil, é referência em áreas como Inovação, Governança e Sustentabilidade, estando há 12 anos consecutivos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3. Possui valor de mercado de cerca R$ 9 bilhões, três vezes mais do que em 2005, quando abriu seu capital em bolsa.

sábado, 3 de março de 2018

Março] EDP bate recorde na Comercialização e reforça investimentos em Distribuição


EBITDA Ajustado da Empresa aumentou 21,7% em relação a 2016, totalizando R$ 2,1 bilhões

Miguel Setas

O Lucro Líquido Ajustado* da EDP, empresa que atua em todos os segmentos da cadeia elétrica, somou R$ 570 milhões em 2017, uma alta de 89,4% frente ao registrado em 2016. O EBITDA (lucro antes de taxas, impostos, depreciação e amortização). Ajustado, por sua vez, apresentou aumento de 21,7%, alcançando R$ 2,1 bilhões.

No Ceará, a empresa administra a UTE Pecém I. A usina registrou melhorias operacionais e apresentou o mais alto Lucro Líquido anual de sua história, de R$ 74 milhões. A disponibilidade média da usina chegou à máxima histórica de 92% em 2017, ultrapassando a meta regulatória, de 90%.

Já no quarto trimestre, o  EBITDA  Ajustado  da  Companhia  totalizou  R$ 551,4 milhões, 37,9% a mais do que no mesmo período de 2016. O Lucro Líquido Ajustado chegou a R$ 188,2 milhões, 380% maior na comparação anual.

Para os resultados, contribuíram também os números recordes da Comercialização. O volume de energia comercializada teve um crescimento de 37,2% em relação ao ano anterior, com uma expansão na Margem Bruta de R$ 141,7 milhões.

No ano passado, a EDP alcançou também importantes marcos no controle de custos e na manutenção dos gastos gerenciáveis. O balanço anual apresentou uma redução de 0,4% dos gastos com Pessoal, Material, Provisões e Outros (PMSO), abaixo da inflação.

“O ano de 2017 foi marcado pela expansão de nossos negócios para novas geografias e novos segmentos, com o desenvolvimento de tecnologias pioneiras. Os resultados que registramos são sólidos e nos levam a encarar o ano de 2018 com otimismo”, avalia o presidente da EDP Brasil, Miguel Setas.

Para este ano, a EDP prevê investimentos de R$1,4 bilhão, aumento de 27,8% em relação ao mesmo período. Do valor total, R$ 630 milhões serão investidos no segmento de Distribuição do Grupo.


Reforço dos investimentos em distribuição

A EDP manteve o seu compromisso com a qualidade do fornecimento de energia nas áreas de concessão, investindo cerca de R$ 570 milhões em melhorias nas redes, volume 18,3% superior ao de 2016. A maior parte dos recursos foi destinada ao plano de obras de linhas e subestações, além do programa de combate às perdas.

Recentemente, a EDP assinou um contrato para aquisição de participação na Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina). A partir da conclusão desta transação e da Oferta Pública de Ações (OPA) Voluntária, a Companhia poderá chegar a 33,6% do capital total da distribuidora.

Novo ciclo de crescimento rentável

O ano de 2017 representou para a EDP o início de um novo ciclo de crescimento para as operações, que ampliou sua presença geográfica de nove para 12 estados brasileiros. Maior vencedor do Leilão de Transmissão organizado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) em abril, o Grupo assumiu o compromisso de investir R$ 3,1 bilhões até 2023 na construção de 1,3 mil quilômetros de linhas e quatro subestações em Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Maranhão.

No estado capixaba, o projeto está adiantado sete meses em relação ao cronograma de licenciamento. Em fevereiro de 2018, a Empresa obteve a Licença de Instalação e as obras já foram iniciadas, prevendo-se uma antecipação adicional de 10 meses no cronograma de construção, face ao prazo contratual de agosto de 2020. 

O empreendimento compreende 113 quilômetros de linha, entre Linhares e São Mateus, e uma subestação de 150 MVA em São Mateus. O investimento total estimado para a implantação dos ativos é de R$ 116 milhões, com a geração de cerca de 300 empregos diretos no período de pico.


Execução superior

Em um ano marcado por um cenário hidrológico adverso, a EDP mitigou parte dos riscos relativos à gestão energética de suas usinas hidrelétricas. Prevendo uma piora dos impactos causados pelos altos preços do Mercado Livre, a Empresa adotou uma estratégia de ampliação da sua parcela de fornecimento sem contratos fixos, liberando parte de sua energia gerada para cobrir qualquer necessidade e evitar possíveis perdas. Além disso, com os resultados da comercializadora, a Companhia conseguiu reduzir em R$ 627 milhões os efeitos do cenário hidrológico mais desafiador.

No quarto trimestre, à semelhança do que foi alcançado nas usinas de Santo Antônio do Jari e Cachoeira Caldeirão, também ocorreu a entrada da primeira Unidade Geradora da UHE São Manoel (parceria entre EDP, Furnas e CTG Brasil), antecipada em quatro meses em relação ao contrato assinado em leilão. Em janeiro de 2018, a segunda turbina iniciou sua operação comercial. A terceira unidade já está em teste e a quarta encontra-se em fase final de montagem.



Liderança em Sustentabilidade e Inovação

A EDP foi pioneira em um de seus projetos mais inovadores no setor de Utilities no Brasil: a implementação da automação e da robotização de processos administrativos. O Grupo previa ter 40 robôs até o final de 2017, mas ultrapassou a meta e hoje conta com 46 sistemas que auxiliam as atividades internas e promovem ganhos qualitativos de eficiência. Para 2018, o objetivo é atingir mais de 100 processos robotizados.

Outro ponto de destaque é o investimento da Companhia desde 2015 no “Projeto Cultura”, o engajamento da EDP no Brasil subiu pelo terceiro ano consecutivo, para 84%, comparável com os 75% que representam a média dos melhores grupos da amostra do Estudo. Adicionalmente, foi eleita, pelo segundo ano consecutivo, como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar da revista Você S.A.

Por outro lado, está o compromisso com a responsabilidade socioambiental que a EDP, pelo décimo segundo ano consecutivo, foi selecionada para integrar a 13ª Carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, antiga BM&FBovespa, com pontuação máxima em cinco das sete dimensões consideradas pela listagem.

A Companhia continuará investindo em cultura, como já tem feito com a Recuperação do Museu da Língua Portuguesa. A Empresa ampliou seu apoio à valorização do idioma, com o patrocínio à Festa Literária Internacional de Paraty – FLIP e a exposição itinerante “A Energia da Língua Portuguesa”.


quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Avaliação] EDP entre as três melhores empresas dos mercados emergentes

 Avaliação foi realizada pela agência global de 
avaliação Vigeo Eiris

A EDP Brasil, empresa que atua em todos os segmentos da cadeia elétrica, é a única brasileira no Top 3 do ranking da Vigeo Eiris, instituição internacional que avalia a gestão e o desempenho das companhias nas áreas ambiental, social e de governança corporativa.


No Ceará, a EDP administra a UTE Pecém, que tem capacidade instalada de 720 MW, correspondente a cerca de 45% da energia consumida no Estado. Em operação desde 2012, a UTE Pecém é um empreendimento que gera 370 empregos diretos e 1.053 empregos indiretos. A atividade da usina é responsável pela transformação do Ceará de estado importador para estado exportador da energia elétrica.

Em sua última edição, o índice “Best Emerging Market Performers Ranking” trouxe as 100 companhias dos mercados em desenvolvimento com melhor desempenho, de um total de 850 avaliadas de 37 indústrias diferentes, provenientes de 31 países. A lista leva em conta a performance das empresas em categorias como Meio Ambiente, Direitos Humanos, Recursos Humanos, Envolvimento com a Comunidade, Compliance e Governança Corporativa.

Também fazem parte deste ranking mais 11 empresas que estão presentes em diferentes setores: Finanças, Aviação, Varejo, Cosmética, Celulose, Telefonia e Energia e Automação.

“O resultado desta avaliação vem consolidar a nossa posição nos ambientes social e de governança corporativa, que em 2017 já rendeu destaque à EDP como melhor empresa do setor elétrico no Guia Exame de Sustentabilidade e pela presença da Companhia no ISE da B3”, comenta Miguel Setas, presidente da EDP Brasil.

A Vigeo Eiris é uma agência global de pesquisas voltada para investidores e organizações públicas e privadas. A entidade analisa o nível de integração de fatores sustentáveis em sua estratégia e na operação de organizações, e realiza avaliações de risco para auxiliar investidores e companhias no processo de tomada de decisões.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Novidade] EDP Brasil e BMW Group criam “corredor elétrico” que interliga Rio x São Paulo

A EDP Brasil e o BMW Group vão construir o primeiro corredor com postos de carregamento para carros elétricos que interligará as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. A iniciativa, que recebeu aproximadamente R$ 1 milhão em investimentos totais combinados entre as empresas, prevê a instalação de seis estações de recarga até o final do primeiro trimestre de 2018, para abastecerem veículos com propulsão elétrica que circulam pela Rodovia Presidente Dutra, entre as capitais dos dois estados.

No Ceará, a EDP administra a UTE Pecém, que tem capacidade instalada de 720 MW, correspondente a cerca de 45% da energia consumida no Estado. Em operação desde 2012, a UTE Pecém é um empreendimento que gera 370 empregos diretos e 1.053 empregos indiretos. A atividade da usina é responsável pela transformação do Ceará de estado importador para estado exportador da energia elétrica.

Protagonista em inovação no setor elétrico, a EDP Brasil foi a criadora dos primeiros projetos do mercado brasileiro nas áreas de Redes Inteligentes e Robotização do Trabalho, além de ter desenvolvido o primeiro laboratório de Smart Grids da América Latina.

“A eletrificação da mobilidade é uma tendência inexorável e a EDP quer estar na linha da frente dessa transformação. Através da parceria EDP-BMW queremos ligar duas das principais cidades brasileiras com a infraestrutura adequada para promover o carro elétrico no mercado nacional”, avalia Miguel Setas, presidente da Companhia.

A BMW é a pioneira em iniciar a comercialização para o grande público de veículos eletrificados no País, disponibilizando o modelo elétrico BMW i3 e o híbrido BMW i8. A empresa é também pioneira na instalação de infraestrutura para carregamento, sendo responsável, junto a parceiros estratégicos, por instalar ao redor de 70 pontos de recarga no território nacional.

“A BMW aposta na eletrificação como realidade sustentável de mobilidade e faz deste conceito uma ampliação do puro prazer de dirigir”, afirma Helder Boavida, CEO e presidente do BMW Group Brasil. “ O BMW Group tem uma visão clara de futuro: a mobilidade será autônoma, compartilhada, eletrificada e totalmente conectada. Esses preceitos chamamos de ACES (Automated, Connected, Electrified and Shared, em inglês) e não iremos nos furtar do papel de protagonistas nas discussões sobre o assunto”, complementa o executivo.

Para mais informações sobre a EDP Brasil acesse: www.edp.com.br.

Para mais informações sobre o BMW Group Brasil acesse: www.bmw.com.br.

Sobre a EDP Brasil

A EDP Brasil tem mais de 20 anos de atuação no País e vale hoje mais de R$ 9 bilhões, três vezes mais do que em 2005 quando abriu seu capital em bolsa. Atualmente emprega cerca de 10 mil colaboradores (diretos e terceiros) e opera 14 unidades de geração hidrelétrica e uma termelétrica num total de 2,8 gigawatts (GW) de capacidade instalada. Atende mais de 3,3 milhões de clientes na Distribuição (EDP São Paulo e EDP Espirito Santo) e tem uma atividade intensa nas áreas de Comercialização e de Serviços. É uma das cinco maiores empresas privadas do setor elétrico a operar em toda cadeia de valor (Geração, Transmissão, Distribuição, Comercialização e Soluções em Energia). No Brasil é referência em áreas como Governança e Sustentabilidade, estando há 12 anos consecutivos no ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3). Mais recentemente, destacou-se pela liderança na agenda de transformação digital ao ser a primeira empresa do setor elétrico a desenvolver a robotização de processos.

Sobre o BMW Group

Com suas quatro marcas BMW, MINI, Rolls-Royce e BMW Motorrad, o BMW Group é o fabricante líder mundial de automóveis e motocicletas e também fornece serviços financeiros e de mobilidade premium. Como uma empresa global, o BMW Group opera 31 instalações de produção e montagem em 14 países e possui uma rede global de vendas em mais de 140 países.

Em 2016, o BMW Group vendeu cerca de 2.367 milhões de automóveis e 145.000 motocicletas em todo o mundo. O lucro antes de impostos foi de aproximadamente 9,67 bilhões de euros em receitas de 94,16 bilhões de euros. Desde 31 de dezembro de 2016, o BMW Group tinha uma força de trabalho de 124.729 colaboradores.

O sucesso do BMW Group sempre foi baseado no pensamento de longo prazo e em uma ação responsável. Portanto, a empresa estabeleceu a sustentabilidade ecológica e social em toda a cadeia de valor, a responsabilidade abrangente de produtos e um claro compromisso com a conservação dos recursos como parte integrante da sua estratégia.



Prêmio] EDP é premiada pela Época Empresa Verde por combate às Mudanças Climáticas

 
Projetos de Eficiência Energética da Companhia renderam reconhecimento na edição 2017 do Prêmio

A EDP Brasil, companhia que atua em todos os segmentos do setor elétrico, foi eleita na última segunda-feira, 04, pelo Prêmio Época Empresa Verde 2017 como a melhor empresa na categoria Mudanças Climáticas - Serviços. Além de receber a distinção por seus investimentos para a promoção da eficiência energética, a Companhia também foi um dos destaques do troféu Empresa Verde na edição desse ano pelo seu desempenho na avaliação dos questionários.

No Ceará, a EDP administra a UTE Pecém, que tem capacidade instalada de 720 MW, correspondente a cerca de 45% da energia consumida no Estado. Em operação desde 2012, a UTE Pecém é um empreendimento que gera 370 empregos diretos e 1.053 empregos indiretos. A atividade da usina é responsável pela transformação do Ceará de estado importador para estado exportador da energia elétrica.

A notoriedade da EDP ficou por conta do compromisso em reduzir emissões de CO2 e o consumo de energia dos seus clientes em 100GWh até 2020 com a expansão das soluções de eficiência energética. Por meio da realização de serviços que envolvem, por exemplo, a substituição de lâmpadas ineficientes pelas de tecnologia LED e a modernização de sistemas de refrigeração, já foi alcançada uma redução de 57 GWh, o equivalente a toda energia que é produzida pela usina de Itaipu em cinco meses.

Em outra frente, a EDP Brasil desenvolveu em 2016 uma unidade voltada para a geração solar fotovoltaica distribuída, mercado que deverá ser um dos mais prósperos nos próximos anos. Por meio da EDP Solar, o objetivo é concluir o ano com 5 megawatts-pico negociados, correspondente a cerca de 300 toneladas de CO2 e de emissões de gases de efeito estufa evitadas.

O processo classificatório do Prêmio Época Empresa Verde contou com o apoio da consultoria PWC e uma banca de conselheiros composta por algumas das autoridades mais importantes da área de sustentabilidade, envolvendo perguntas sobre a estratégia ambiental do Grupo, desde as ações voltadas às mudanças climáticas até questões como impacto na biodiversidade, uso de matérias-primas renováveis, consumo consciente da água e energia, destinação dos resíduos e inovação no desenvolvimento de processos.


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Desempenho] EDP é eleita a Empresa Mais Sustentável do Setor de Energia


A Companhia se destacou pelos investimentos inovadores em energia Solar no Brasil

A EDP Brasil, companhia com atuação nas áreas de Distribuição, Comercialização e Soluções em energia, Geração e Transmissão, foi eleita a Empresa Mais Sustentável do Setor de Energia Elétrica do Guia Exame de Sustentabilidade na edição de 2017. O levantamento é o maior e mais respeitado sobre as práticas de responsabilidade corporativa do País.

No Ceará, a EDP contra a UTE Pecém, que tem capacidade instalada de 720 MW, correspondente a cerca de 45% da energia consumida no Ceará. A empresa gera 370 empregos diretos e 1.053 empregos indiretos. A atividade da usina é responsável pela transformação do Ceará de estado importador para estado exportador da energia elétrica.

Neste ano, o guia avaliou informações sobre 173 empresas que responderam ao questionário preparado pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (GVces), que analisou os desempenhos na Dimensão Geral, Dimensão Econômica, Dimensão Social e Dimensão Ambiental das empresas. O Guia de Sustentabilidade 2017 contou com um grupo renomado de conselheiros da área, reforçando a credibilidade do prêmio.

Pela primeira vez, a pesquisa incluiu perguntas específicas sobre o nível de adesão das empresas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, que estão em linha com os compromissos do Grupo EDP em relação à Sustentabilidade por meio dos Objetivos EDP 2020, reunidos em quatro categorias: gerar valor econômico, gerir assuntos ambientais e climáticos, desenvolver suas pessoas e melhorar a confiança.  “A EDP já esteve presente em oito edições do Guia Exame de Sustentabilidade e entendemos esse reconhecimento como resultado de um constante amadurecimento de nossa prática de sustentabilidade. A aposta da Energia Solar distribuída, que foi destacada no Guia Exame, constitui uma prioridade estratégica para a Companhia, pelo qual nos sentimos prestigiados por este reconhecimento”, destaca Miguel Setas, presidente da EDP Brasil.


Presente no Brasil há 22 anos, a EDP foi listada no Guia Exame de Sustentabilidade dos anos de 2009, 2010, 2011, 2013, 2014, 2015 e 2016.Desempenho] EDP é eleita a Empresa Mais Sustentável do Setor de Energia

A Companhia se destacou pelos investimentos inovadores em energia Solar no Brasil

A EDP Brasil, companhia com atuação nas áreas de Distribuição, Comercialização e Soluções em energia, Geração e Transmissão, foi eleita a Empresa Mais Sustentável do Setor de Energia Elétrica do Guia Exame de Sustentabilidade na edição de 2017. O levantamento é o maior e mais respeitado sobre as práticas de responsabilidade corporativa do País.

No Ceará, a EDP contra a UTE Pecém, que tem capacidade instalada de 720 MW, correspondente a cerca de 45% da energia consumida no Ceará. A empresa gera 370 empregos diretos e 1.053 empregos indiretos. A atividade da usina é responsável pela transformação do Ceará de estado importador para estado exportador da energia elétrica.

Neste ano, o guia avaliou informações sobre 173 empresas que responderam ao questionário preparado pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (GVces), que analisou os desempenhos na Dimensão Geral, Dimensão Econômica, Dimensão Social e Dimensão Ambiental das empresas. O Guia de Sustentabilidade 2017 contou com um grupo renomado de conselheiros da área, reforçando a credibilidade do prêmio.

Pela primeira vez, a pesquisa incluiu perguntas específicas sobre o nível de adesão das empresas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, que estão em linha com os compromissos do Grupo EDP em relação à Sustentabilidade por meio dos Objetivos EDP 2020, reunidos em quatro categorias: gerar valor econômico, gerir assuntos ambientais e climáticos, desenvolver suas pessoas e melhorar a confiança.  “A EDP já esteve presente em oito edições do Guia Exame de Sustentabilidade e entendemos esse reconhecimento como resultado de um constante amadurecimento de nossa prática de sustentabilidade. A aposta da Energia Solar distribuída, que foi destacada no Guia Exame, constitui uma prioridade estratégica para a Companhia, pelo qual nos sentimos prestigiados por este reconhecimento”, destaca Miguel Setas, presidente da EDP Brasil.

Presente no Brasil há 22 anos, a EDP foi listada no Guia Exame de Sustentabilidade dos anos de 2009, 2010, 2011, 2013, 2014, 2015 e 2016.