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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Show] ROBERTA SÁ, MARCELO JENECI E CHICO CÉSAR SE APRESENTAM NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA NO PROJETO “PALCO BRASIL”


Marcelo Jeneci

As apresentações de cada artista serão realizadas no pátio interno do centro cultural, com capacidade para um público de 400 pessoas por sessão

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta o projeto “Palco Brasil”, que vai realizar uma série de shows com três renomados cantores e compositores da música brasileira. A temporada inicia com Roberta Sá, entre os dias 30 de novembro e 02 de dezembro, seguida por Marcelo Jeneci, de 07 a 09 de dezembro, e finalizando com Chico César, de 14 a 16 de dezembro. Cada músico fará três apresentações no pátio interno da Caixa Cultural Fortaleza, que tem a capacidade para um público de 400 pessoas por sessão. Os shows acontecem às 20h, na sexta e no sábado, e 19h, no domingo.

Roberta Sá
Foto: Daryan Dornelles

Para a temporada 2018 do Palco Brasil, a Caixa Cultural Fortaleza vai funcionar em horário especial. Na sexta e no sábado, o centro cultural fecha 18h30, reabrindo às 19h. No domingo, o encerramento das atividades é às 17h30, com abertura para os shows às 18h. 

Chico Cesar

O Palco Brasil, idealizado pela Maré Produções Culturais, tem o objetivo de promover concertos intimistas com artistas consagrados, permeados em memórias, casos curiosos, bastidores e músicas que marcaram a trajetória de cada um. No palco, além das canções, Roberta Sá, Marcelo Jeneci e Chico César estabelecem uma conexão com o público, que interage a cada melodia – ou a cada história partilhada.

Roberta Sá - Natural de Natal (RN), Roberta Sá é uma das maiores cantoras brasileiras de MPB, samba e bossa nova. Sua discografia conta com cinco álbuns e dois CD/DVD ao vivo, que inclui “Braseiro” lançado em 2002, “Que Belo Estranho Dia Para Se Ter Alegria”, de 2007, que recebeu indicações ao Grammy Latino nas categorias Artistas Revelação e Melhor Álbum de Música Popular Brasileira.

Marcelo Jeneci – Nascido em São Paulo, o músico começou tocando sanfona na banda do artista Chico César, com quem fez uma turnê pela Europa em 2000. Tocou também nas bandas de Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos. Em 2015, gravou Dia a Dia, Lado a Lado com Tulipa Ruiz, com quem fez em seguida uma série de shows pelo Brasil.

Chico César - Compositor, cantor, jornalista e escritor, Chico explicita a irreverência, a criatividade e a poética, características de sua obra ao longo de sua trajetória. Autor de sucessos consagrados pelo público como: "Mama África" e "À Primeira Vista", o paraibano tem oito álbuns lançados: "Aos Vivos" (1995), "Cuscuz Clã" (1996), "Beleza Mano" (1997), "Mama Mundi" (2000), "Respeitem os meus cabelos brancos" (2002), "De uns tempos pra cá" (2005), "Francisco, Forró Y Frevo" (2008) e "Estado de Poesia" (2015).

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.



A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.



O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.



Serviço

Música: Palco Brasil

Local: CAIXA Cultural Fortaleza - Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data:

Roberta Sá - de 30 de novembro a 02 de dezembro de 2018 (sexta a domingo)

Marcelo Jeneci - de 07 a 09 de dezembro (sexta a domingo)

Chico César - de 14 a 16 de dezembro (sexta a domingo)

Horários: sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Vendas a partir do dia 29/11, para as sessões de 30/11 a 02/12, dia 06/12, para as sessões de 07 a 09/12, e dia 13/12, para as sessões de 14 a 16/12, das 10h às 20h, na bilheteria do local.

*Nos dias dos shows, caso ainda disponíveis, os ingressos serão vendidos até 18h30, sexta e sábado, e 17h30, domingo.

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno
  

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza: (85) 3453-2770



quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Espetáculo] PEÇA “BR-TRANS” SERÁ ENCENADA NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA


Silvero Pereira
Foto: Caique Cunha

 Escrito e protagonizado pelo ator Silvero Pereira, o premiado espetáculo já foi visto por mais de 40 mil pessoas  

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 02 a 04 e 09 a 11 demarço de 2018, o espetáculo BR-TRANS, que, de forma poética e sem deixar de recorrer ao humor, conta histórias de superação vividas por travestis e transexuais. O espetáculo, escrito e protagonizado pelo ator Silvero Pereira, já foi assistido por mais de 40 mil espectadores em várias cidades brasileiras, além de integrar a programação de festivais internacionais em países como Alemanha e Estados Unidos.
BR-TRANS, dirigido por Jezebel de Carli, professora e diretora gaúcha, é resultado de quatro anos de pesquisas feitas por Silvero junto a travestis, transformistas e transexuais de Porto Alegre e outras cidades brasileiras. Em cena, o ator/autor narra histórias de vida, interpreta canções e dá voz a um sem número de pessoas que a sociedade insiste em invisibilizar. BR-TRANS versa sobre a inclusão, rompendo estereótipos e provocando reflexões.

No momento, Silvero Pereira divide-se entre o teatro e a televisão – ele integra um dos quadros do Domingão do Faustão – e quando não está ensaiando e gravando circula com BR-TRANS e outros espetáculos do Coletivo As Travestidas, no qual atua e dirige. O sucesso de BR-TRANS também levou o texto de Silvero a ser lançado como livro pela Editora Cobogó, dentro da coleção dedicada à dramaturgia contemporânea.

A peça também recebeu indicações aos prêmios APTR, CesgranRio, Questão de Crítica e Aplauso Brasil, nas categorias Melhor Espetáculo, Dramaturgia, Direção e Ator. Já o livro BR-TRANS recebeu o Prêmio Papo Mix, de Melhor Literatura LGBT.

O espetáculo

Idealizado pelo ator Silvero Pereira, a peça tem como interesse temático o universo de travestis, transexuais e artistas transformistas brasileiros. Desde a estreia, em 2013, BR-TRANS já foi apresentado em diversas cidades do país – como Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, João Pessoa, Juazeiro do Norte, Crato, São José do Rio Preto, Recife, Natal, Campinas, Curitiba – além de duas viagens internacionais por países como Alemanha e Estados Unidos.

A montagem é resultante de um processo de pesquisa cênica desenvolvida através do Edital Interações Estéticas 2012 (FUNARTE/MINC), em residência no SOMOS Pontão de Cultura LGBT (POA/RS), que teve como perspectiva o teatro enquanto instrumento capaz de entreter, promover discussão e fomentar a transformação social através da arte.

"BR-TRANS é um processo artístico-documental que traça os pontos convergentes e divergentes do universo Trans brasileiro entre os polos regionais Nordeste e Sul do País. Trata-se de um trabalho estético com base nos afetos, nas relações estabelecidas durante a pesquisa e na oportunidade de provocar questionamento, quiçá uma transformação social a partir da quebra de preconceitos por meio da arte", afirma Silvero.

A diretora Jezebel de Carli teve seu primeiro contato com Silvero através de um amigo em comum, quando estava participando de um festival em Salvador. Informou-se sobre a pesquisa que o ator estava desenvolvendo, sobre a arte transformista, e soube que ele estava à procura de um diretor que pudesse ser um “provocador cênico”. Após conhecer Gisele, (alterego de Silvero), foram três meses de trabalho intenso, e então estrearam BR-TRANS. “Um manifesto, uma narrativa documental, um teatro depoimento, uma performance transformista”, como a diretora costuma descrever. De lá para cá dezenas de espaços e centenas de pessoas se encantaram com esse que é um marco na carreira de Silvero, Jezebel e do próprio Coletivo As Travestidas.

Silvero Pereira

Silvero Pereira, 35 anos, é ator, dramaturgo, produtor cultural, maquiador, iluminador, aderecista, diretor e artista plástico. Concludente do Curso Superior em Artes Cênicas do Instituto Federal de Educação do Ceará. Começou a sua carreira em 1998, quando aluno da Escola Técnica Federal do Ceará em Fortaleza, se matriculou na oficina de teatro e integrou o elenco da Cia Dionisyos de Teatro, atuando em vários grupos de teatro em Fortaleza.

Em 2000 fundou o Grupo Parque de Teatro, por meio de uma fundação em Aquiraz, onde desenvolveu um trabalho social e voluntário com crianças e jovens usando a arte como mecanismo educacional e social. Em 2002 iniciou sua pesquisa sobre o universo de travestis e transformistas com o solo “Uma Flor de Dama”, tendo sua direção, texto adaptado, interpretação, cenário, figurino, maquiagem e sonoplastia. Com este solo participou de mais de 20 festivais nacionais, inclusive do IX Festival Nacional de Teatro de Recife, colecionando até hoje mais de 12 prêmios e a participação no Palco Giratório, maior programa de arte, circulação e difusão da América Latina.

Em 2006 criou a Inquieta Cia. de Teatro, da qual ainda integra o elenco. Foi professor do Curso Princípios Básicos de Teatro do Theatro Estadual José de Alencar. Fundou o COLETIVO ARTÍSTICO AS TRAVESTIDAS onde produziu e dirigiu 10 trabalhos Entre teatro, dança, música, exposição, festivais e a Transvirada Cultural.

FICHA TÉCNICA:

Direção: Jezebel De Carli

Texto e Atuação: Silvero Pereira

Dramaturgia Cênica: Jezebel De Carli e Silvero Pereira

Músico em cena: Rodrigo Apolinário

Cenário: Silvero Pereira e Marco Krug

Trilha pesquisada: Silvero Pereira

Trilha original e adaptação de arranjo: Rodrigo Apolinário

Iluminação:  Lucca Simas

Vídeos: Ivan Ribeiro

Fotógrafo: Caique Cunha

Arte gráfica: Sandro Ka

Design: Karin Palhano

Realização: Quintal Produções Artísticas

Diretora Geral: Veronica Prates

Coordenadora Artística: Valencia Losada

Coordenadora de Planejamento: Maitê Medeiros

Produtor executivo e projecionista: Thiago Miyamoto

Serviço:

Teatro: BR-Trans

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: de 02 a 04 e 09 a 11 de março de 2018

Horários: sextas e sábados, às 20h | domingos, às 19h
Duração: 70 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Ingressos: R$ 10,00, inteira, e R$ 5,00, meia

Vendas a partir do dia 01 de março, para as sessões entre os dias de 02 e 04, e dia 8 de março, para as sessões de 09 a 11, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:  (85) 3453-2770

domingo, 1 de janeiro de 2017

Show] EDSON CORDEIRO APRESENTA SHOW THE COUNTERTAINER EM CURTA TEMPORADA NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

Foto: Edu Lopes

O talentoso cantor preparou um repertório que passeia pela MPB, transitando pelo pop de Adele, até o dance do ABBA  
  
A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, nos dia 14 e 15 de janeiro de 2017, o show The Countertainer, com o consagrado cantor Edson Cordeiro. Em dois dias de apresentações, o músico faz uma verdadeira viagem por variados estilos musicais, como a MPB, pop e dance, além de clássicos europeus.
Após 25 anos pelos palcos de todo o mundo, e de doze álbuns entre vários estilos – dos quais dois discos de ouro e uma nomeação para o Grammy Latino –, o fenômeno vocal Edson Cordeiro é um entertainer que derruba todas as barreiras entre gêneros musicais. Considerado como um dos cantores mais versáteis da atualidade, com uma impressionante amplitude vocal de quatro oitavas e uma enorme variedade
tímbrica, ele sente-se à vontade tanto na ópera e música clássica, quanto nas formas mais modernas da música latina, jazz, rock, pop e dance music.
Com o espetáculo The Countertainer, Edson se apresenta acompanhado do pianista Antonio Vaz Lemes, que também foi indicado ao Grammy Latino. Juntos, eles interpretam canções clássicas brasileiras de Tom Jobim, como Modinha e Por toda minha vida, passando por Pixinguinha, com Carinhoso, e Azulão de Jaime Ovalle e Manoel Bandeira.
Edson também presta homenagens a divas da música, como Adele (Lovesong). Sem esquecer o seu lado cômico e pop, ele canta hits da disco, como Dancing Queen, de Benny Andersson, do ABBA. Tudo transformado com arranjos sofisticados, dando, assim, um toque muito pessoal ao que ele canta.
Sobre Edson Cordeiro: Nascido em Santo André - SP, em 9 de fevereiro de 1967, Edson começou a cantar aos seis anos, quando passou a fazer parte do coro de uma igreja evangélica chamado "Cordeirinhos do Senhor", onde ficou até os 16 anos. Filho de um mecânico e de uma bordadeira, fez teatro infantil e, em 1983, participou da ópera-rock Amapola, de Miguel Briamonte, que mais tarde seria diretor musical de seus discos.
Em 1988, ele atuou e cantou na terceira montagem brasileira da ópera-rock Hair! (de Gerome Ragni, James Rado e Galt McDermot), dirigida por Antônio Abujamra. No ano seguinte, atuou na montagem de O doente imaginário, de Molière (Jean-Baptiste Poquelin, 1622-1673), dirigida por Cacá Rosset. Com essa peça, viajou pela Europa, EUA, México e América Central.
Seu primeiro show solo aconteceu em agosto de 1990, na Mistura Up do Rio de Janeiro. O sucesso foi imediato, e ele passou a ser disputado por várias gravadoras. Após assinar contrato com a Sony, gravou oito cds: Edson Cordeiro (1992), Edson Cordeiro (1994), Terceiro sinal (1996), Clubbing (1997), Disco Clubbing ao vivo (1998) Disco Clubbing ao Vivo, Mestre de Cerimônias (1999) e Dê-se ao luxo (2001).
Entre os prêmios recebidos pelo músico, estão:
Prêmio Sharp de Música de revelação do ano para Edson Cordeiro em 1992; Prêmio Sharp de Música de melhor cantor para Edson Cordeiro em 1992; Prêmio Sharp de Música de melhor arranjador do ano de 1992 para Miguel Briamonte, pelo primeiro disco de Edson Cordeiro; Prêmio Sharp de Música de melhor música do ano para Sueli Costa, pela autoria de Voz de Mulher – primeiro disco de Edson Cordeiro; Prêmio APCA – melhor cantor do ano de 92 por seu primeiro disco; Prêmio Sharp de música de melhor cantor do ano de 1996, pelo CD Terceiro Sinal; e Prêmio Sharp de música de melhor arranjador do ano de 1996 para Miguel Briamonte, pelo CD Terceiro Sinal.
O seu último trabalho lançado no Brasil, que inclusive foi indicado ao Grammy Latino de 2006, na categoria de melhor música clássica, foi o Contratenor (2005), pela Paulus. Desde abril de 2007, o cantor, radicado na Alemanha, excursiona pela Europa intercalando dois formatos de shows.

Ficha Técnica:
Edson Cordeiro – Voz
Antonio Vaz Lemes - Piano
Produção Executiva – Robson Abreu
Coordenação de Produção – Vander Lopes, Leticia Trindade e Glauker Bernardes.
Produção local - Elivane Medeiros
Sonorização - Projesom
Iluminação - Proluz

Serviço:

Música: Edson Cordeiro
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 14 e 15 de janeiro de 2017
Horários: sábado, às 18h e 20h | domingo, às 17h e 19h
Duração: 70 minutos
Classificação indicativa: Livre
Ingressos:  R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Vendas a partir do dia 13/01, das 10h às 20h, na bilheteria do local
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

domingo, 29 de novembro de 2015

Teatro] CLÁSSICA COMÉDIA O BURGUÊS FIDALGO FAZ TEMPORADA NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA






Montagem da companhia paulistana Os Parlapatões para o texto de Molière fica em cartaz de 11 a 13 de dezembro



A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 11 a 13 de dezembro, a comédia O Burguês Fidalgo. O texto de Molière, famoso dramaturgo francês do século 17, é contundente e perspicaz em relação à sociedade da época, mas continua atualíssima, como comprova a montagem da companhia paulistana Os Parlapatões.

A peça fala diretamente das necessidades de uma classe em ascensão em sua desenfreada busca por prestígio social. Segundo os Parlapatões, a escolha de O Burguês Fidalgo está profundamente ligada ao momento histórico brasileiro e responde à visão crítica, sempre com humor, que o grupo busca em suas encenações.

Para o diretor Hugo Possolo, a encenação permite “uma visão sobre um país emergente, que quer ser mais do que consegue. Mais do que uma analogia de épocas, os Parlapatões pretendem brincar com as facetas risíveis de um Brasil que vive a fantasia de crescimento, sem resolver sequer seus problemas básicos.”

O chamado “sonho burguês de nobreza” é retratado na trajetória do Sr. Jordain, o burguês do título, que, embora casado, tenta conquistar o amor de uma nobre para se projetar socialmente. Essas tentativas o expõem ao completo ridículo e revelam o quanto está cercado de interesseiros, que tiram proveito das ilusões que cria sobre si mesmo.

A tradução e adaptação de Adonis Comelato, Hugo Possolo e Rafael Fanganiello mantém o ambiente histórico, quando nobres e burgueses disputavam o domínio da sociedade para, sem fugir do tempo na qual a história é narrada, jogar com a realidade atual. Os atores Hugo Possolo, Raul Barretto, Fabek Capreri, Alexandre Bamba, Lívia Camargo, Fernando Fecchio, Tadeu Pinheiro, João Paulo Bienemann, Fani Feldman e Débora Veneziani dividem o palco nessa montagem.

A peça ganha uma encenação festiva, com música ao vivo, sob direção de Pedro Vilhena, e espaço para os improvisos que caracterizam o grupo. O figurino com trajes de época e elementos contemporâneos é assinado por Cássio Brasil. A coreografia fica por conta de Rogério Maia.

Sobre a companhia: Os Parlapatões surgiram em 1991. Voltados para a comédia, técnicas circenses e improvisação, o grupo produziu mais de 46 diferentes espetáculos, promoveu eventos, mostras e festivais. Hoje, o grupo tem o seu teatro próprio, o Espaço Parlapatões, reconhecido nacionalmente por sua programação artística e pelo seu papel na revitalização do centro paulistano.



Serviço:



Teatro: O Burguês Fidalgo

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema – Fortaleza / CE

Data: 11 a 13 de dezembro de 2015

Horário: sexta e sábado, às 20h e, domingo, às 19h

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) R$ 5,00 (meia)

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Vendas a partir de quarta-feira, 10/12, às 10 horas

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Show] Alessandra Maestrini solta a voz no show Drama'n Jazz


 Foto: Bob Wolfenson


A cantora e atriz sobe ao palco da CAIXA Cultural Fortaleza acompanhada pelo pianista João Carlos Coutinho.

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 1º a 3 de maio, o show Drama’n Jazz, da cantora e atriz Alessandra Maestrini. Com um repertório composto por standards do jazz e temas de musicais, ela se apresenta acompanhada pelo pianista João Carlos Coutinho. A temporada na capital cearense dá continuidade à turnê realizada no Brasil nos últimos dois anos.

Drama'n Jazz é também o título do disco de estreia de Alessandra Maestrini, considerada uma das melhores "cantrizes" brasileiras, com uma voz rara, que atinge quatro oitavas de extensão. No álbum, lançado em 2012, destacam-se interpretações como Deixa estar (Cross my heart), versão para a música de Tim Maia, que conta com a participação especial de Tiago Abravanel, intérprete do cantor no espetáculo Vale Tudo, em 2011.

Dona de uma voz de extensão fora do comum, Alessandra consegue transitar com desenvoltura por diferentes gêneros, como MPB, rock, jazz e ópera. Por conta disso, ela é frequentemente citada por mestres do canto como um exemplo de "crossover singer”. Essa mistura estará presente no show em Fortaleza.

Sobre Alessandra Maestrini: Aos 37 anos, a artista já participou de 14 peças de teatro (das quais 08 são musicais), 13 programas de televisão e 05 filmes. Sua carreira como cantora teve início somente em 2010, quando gravou a música True Colors, para a trilha da novela Ti Ti Ti. A estreia de Alessandra Maestrini nos palcos foi em 1997, no espetáculo As Malvadas, de Charles Möeller e Cláudio Botelho, vencedor do Prêmio Sharp de Melhor Musical. Em 2007, ela ganhou o papel principal no musical Sete, escrito por Möeller e Botelho especialmente para a atriz. No ano da estreia, 2008, o espetáculo foi o maior vencedor do Prêmio Shell.

No teatro dramático, a peça O Casamento do Pequeno Burguês, dirigida por João Fonseca, lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Atriz em 2004. No cinema, trabalhou com diretores de peso, como João Falcão e Miguel Falabella. Na televisão, sua carreira ganhou grande projeção, com destaque para a personagem Bozena, no seriado Toma Lá Dá Cá, de Falabella.


Serviço: 
Música “Drama’n Jazz – Alessandra Maestrini”
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 1º a 03 de maio de 2015
Horário: Sexta-feira às 20h; Sábado às 18h e 20h; Domingo às 19h
Duração: 75 minutos
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Vendas a partir do dia 30 de abril, das 10h às 20h
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Informações: (85) 3453-2770

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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Teatro] Teatro, mímica e humor reunidos no espetáculo No Buraco


Fotos: Ricardo Gabriel

 
 O grupo carioca Centro Teatral e Etc e Tal volta a Fortaleza com uma peça para o público adulto que dispensa palavras, mas não economiza no humor ácido.



A CAIXA Cultural Fortaleza recebe, de 24 a 26 de abril, No Buraco, um espetáculo formado por cinco pantomimas de 10 minutos, que dispensa palavras, mas não economiza no humor ácido.

A montagem da companhia Centro Teatral e Etc e Tal fica ainda mais interessante por conta de um biombo de um metro de altura por sete metros de comprimento que impossibilita o público de enxergar o corpo inteiro dos três atores – Alvaro Assad, Marcio Moura e Melissa Teles-Lôbo. O objeto de cena é fundamental para criar a sensação de que o trio está flutuando, voando ou afundando. “É como se nós fossemos bonecos de manipulação. E a imaginação do espectador potencializa o fantástico da cena”, explica Assad.

No Buraco começa com a história que dá nome ao espetáculo. Ao mesmo tempo romântica e nonsense, ela gira em torno de um casal que cava um buraco para se encontrar, ideia que acaba se relevando mais complicada do que o previsto.

A seguir vem Patos ou Parque de Diversões?, protagonizada por um trio de patinhos à espera de tiros de espingardas de rolha numa daquelas barracas antigas de parque de diversões. O Circo também carrega um ar de nostalgia ao transportar o público para uma espécie de picadeiro. Além de cenas com o homem bala e o trapezista, haverá uma luta entre o palhaço e o mímico.

Os Pilotos traz uma batalha aérea recheada de piruetas no ar e de perseguições, e a surpreendente Nó encerra a noite com um jogo de disputa física do elenco.

Um dos pontos altos da montagem é a variedade de figurinos. São 35 trocas de roupas ao longo do espetáculo. Algumas delas ocorrem durante a atuação dos colegas. Outras, nos intervalos de 40 segundos entre uma história e outra, nos quais a plateia assiste a projeções paralelas.

Na sexta-feira, 24, os atores vão participar de um bate-papo com o público após o espetáculo, com o auxílio de um intérprete de Libras (Língua brasileira dos sinais). Eles vão abordar o processo criativo do grupo, com a intenção de gerar um intercâmbio cultural e aproximação com o público, em especial, o de deficientes auditivos.

O Grupo: Fundada em 1993, a companhia carioca Centro Teatral e Etc e Tal obteve projeção internacional explorando a tríade teatro-mímica-humor. Atualmente, realiza uma média de 150 apresentações anuais para um público de 25 mil pessoas. O grupo já arrancou gargalhadas de plateias na Alemanha, Dinamarca, França, Portugal, Argentina e Paraguai.

Serviço:

Teatro No Buraco

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 24 a 26 de abril; sexta-feira e sábado às 20h e domingo às 19h

Classificação indicativa: 16 anos

Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

Vendas a partir do dia 23 de abril, das 10h às 20h

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais. 


Informações: (85) 3453-2770

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Mostra – CE] Inscrições abertas para masterclass sobre a obra do cineasta Walter Carvalho





O crítico e pesquisador de cinema Sérgio Moriconi estará em Fortaleza na próxima semana. No dia 1º de maio, às 13h, na Caixa Cultural Fortaleza, ele ministra masterclass sobre a obra do cineasta Walter Carvalho, que é um dos mais importantes diretores de fotografia em atividade no audiovisual brasileiro. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail blgentretenimento@gmail.com. As vagas são imitadas.

A masterclass é parte da programação da mostra “A Luz (Imagem) de Walter Carvalho”, que acontece de 29 de abril a 4 de maio na CAIXA Cultural Fortaleza. A Mostra exibirá 21 produções, entre longas e curtas-metragens, em homenagem a Walter Carvalho, que completa 35 anos de carreira em 2014. O projeto tem o patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Também na quinta-feira, às 19h, haverá uma mesa de debate com o tema “Walter Carvalho e a fotografia no cinema brasileiro”, com a participação de Sérgio Moriconi e Marcelo Ikeda, professor do Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC), tendo como mediador Breno Lira Gomes, um dos curadores da Mostra. O debate será com entrada franca, mediante distribuição de senhas.


SERGIO MORICONI

Sérgio Moriconi é cineasta, professor, crítico de cinema da revista Roteiro. Dirigiu o curta-metragem Athos, uma homenagem ao artista Athos Bulcão. Colaborou no roteiro de vários curtas e longas. Ao lado da Objeto Sim, é o criador e curador do Slow Filme - Festival Internacional de Cinema e Alimentação, que acontece na cidade goiana de Pirenópolis. É o autor do livro Cinema – Apontamentos Para Uma História, editado pelo ITS. Atualmente é programador do Cine Brasília.

WALTER CARVALHO


"Quando se fala em fotografia para cinema, no Brasil, o primeiro nome que vem é de Walter Carvalho. Mesmo com 7,5 graus de miopia, ele consegue encantar o espectador com uma luz que emociona e chama a atenção. A mostra será uma aula de história do cinema brasileiro, nos últimos anos, englobando não só a evolução da fotografia, mas também da narrativa e dos meios de produção”, explicam os curadores Breno Lira Gomes e Carla Barbosa.

Walter Carvalho já assinou a fotografia de mais de 70 produções. Além de consagrado nessa arte, também dirigiu seus próprios filmes, entre os quais, “Raul – o início, o fim e o meio”, “Budapeste”, “Moacyr arte bruta”, “MAM S.O.S.”,  “Cazuza – O tempo não para” (codireção com Sandra Werneck) e “Janela da alma” (codireção com João Jardim).

Paraibano de João Pessoa, nascido em 1947, Walter Carvalho começou sua carreira com remanescentes do Cinema Novo, trabalhou com nomes surgidos nos anos 1980 e ganhou grande destaque a partir da Retomada. Walter não se limitou a assinar a fotografia dos filmes, também dirigiu seus próprios filmes como “Raul – o início, o fim e o meio”, “Budapeste”, “Moacyr arte bruta” e “MAM S.O.S.”, além de assinar a codireção de “Cazuza – O tempo não para” e “Janela da alma”. Sua estreia na ficção foi em “Boi de Prata”, de Augusto Ribeiro Jr., produto da primeira safra da política da Embrafilme, de implantar novos polos cinematográficos em convênio com os estados. Também trabalhou em parceria com o irmão Wladimir Carvalho e com o filho Lula Carvalho.

OS FILMES DA MOSTRA

A mostra será um passeio pela história do cinema brasileiro, nos últimos 40 anos, abrangendo a evolução da fotografia, a narrativa e os meios de produção. A seleção de filmes mostra a versatilidade do diretor de fotografia, pois reúne obras de cineastas tão distintos como Claudio Assis, Julio Bressane, Walter Salles Jr, João Moreira Salles, Sandra Werneck, Ruy Guerra e Karim Ainouz, entre outros.

Entre os muitos filmes que serão exibidos na mostra, em Fortaleza, destaque para produções como "Budapeste", de Walter Carvalho (2009); "Chega de Saudade", de Laís Bodanzky (2007); "Madame Satã", de Karim Aïnouz ( 2002); e "Amarelo Manga", de Cláudio Assis (2003).



FICHA TÉCNICA:

Idealização: Carla Barbosa. Curadores: Breno Lira Gomes e Carla Barbosa. Coordenação geral: Breno Lira Gomes e Carla Barbosa. Produção executiva: Mariana Sobreira. Assistente de produção: João Monteiro. Coordenação editorial: Angélica Coutinho. Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal.



SERVIÇO:

Mostra “A Luz (Imagem) de Walter Carvalho”
Data: 29 de abril a 4 de maio de 2014  (terça-feira a domingo)
Local: Teatro da CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema
Classificação indicativa: consultar programação por filme
Hora: consultar programação
Telefone: (85) 3453-2770
Ingressos: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia).
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais