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sábado, 20 de janeiro de 2018

Pré-carnaval ] TJA: II Baile a Fantasia do Zé de Alencar será no dia 3/2


 O pré-carnaval 2018 chega novamente ao jardim do 
Theatro José de Alencar

Um baile na casa do Zé - O Theatro José de Alencar, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), promove no dia 03/02 (sábado), em seu jardim, o II Baile a Fantasia do Zé de Alencar. A programação terá início às 16h com o Baile Infantil e segue às 19h com o Baile Adulto, com atrações como DJ Alan Morais e show da banda Luxo da Aldeia. O Baile a Fantasia do Zé de Alencar também promoverá um desfile e a escolha das três melhores fantasias com direito a premiação.


O Bloco Luxo da Aldeia foi criado em 2006 a partir de uma ideia de valorização da música cearense de carnaval. Tem o nome inspirado na música Terral, de Ednardo. O seu grupo é formado por músicos que trabalham na valorização da música local num intuito de reforçar os laços culturais do nosso povo com o local de origem.

Pierrots, colombinas, arlequins, piratas, árabes, borboletas, bailarinas, palhaços, ciganas, todos serão muito bem vindos nesta festa que fortalece os laços de convivência com a comunidade, parceiros, artistas e amigos do TJA, onde o lazer e a criatividade serão porta vozes da alegria.

A entrada gratuita será permitida apenas para pessoas fantasiadas ou mascaradas, limitada à lotação do espaço, quando serão distribuídos 400 ingressos na semana anterior e 200 ingressos no dia do Baile.

Serviço: II Baile a Fantasia do Zé de Alencar
Dia: 03 de Fevereiro de 2018 (sábado)
Onde: Jardim do Theatro José de Alencar

Baile Infantil – 16h às 18h
Som mecânico e animação com Xilito Palhaçada
Ingressos: mediante doação de 01 kg de alimento não perecível para adultos
Retirada: na hora do evento

Baile Adulto - somente para pessoas fantasiadas ou mascaradas
(ingressos na semana anterior e no dia).

19h - DJ Alan Morais
20h - Luxo da Aldeia
22h - Concurso de Fantasia
00h - Finalização

Ingressos: mediante doação de 01 kg de alimento não perecível

Retirada: a partir do dia 23 de janeiro, 02 (dois) ingressos por pessoa

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Leitura] Dia 17 é marcado pela reabertura da Biblioteca Carlos Câmara e programação, gratuita, no Theatro José de Alencar

 
Nesta terça-feira, 17/10, o Theatro José de Alencar, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, estará com uma programação completamente gratuita. A ação faz para do Programa Theatro de Portas Abertas que celebra, sempre no dia 17 de cada mês, o aniversário do TJA. As atividades começam às 9h, com a REABERTURA DA BIBLIOTECA CARLOS CÂMARA - SEMANA NACIONAL DA LEITURA,  seguida pelas ações em homenagem ao Palhaço Trepinha, às 10h, durante o espetáculo Camarim do Trepinha, realizado no Porão do TJA.

Pela tarde, o equipamento segue com as visitas guiadas, a partir das 14h, seguidas do espetáculo do Palhaço Chilito (animador), às 15h, na Calçada do Teatro. No mesmo horário, às 15h, o Teatro Morro do Ouro recebe o espetáculo "ARETÊ: Guerreiro Menino". Tem ainda o Cortejo de Palhaços, às 16h, na Calçada do TJA. A atividade é seguida pelo Lançamento e distribuição do livro infantil “O Palhaço Trepinha”, com texto e ilustração de Rafael Limaverde, às 16h30, no Saguão.

Às 17h, ocorre a apresentação do espetáculo " Sandwína, a mulher mais forte do mundo",  numa pauta aberta encenada na Calçada do TJA. Quem também vem com um belíssimo espetáculo no começo de tarde é a Orquestra Raimundo Fagner, que ocupa o Pátio Nobre, às 17h40. Como de costume, às 18h, o TJA trará a Hora do Ângelus, com apresentação de tenores.

Nem só de música, animação e teatro será composta a programação gratuita do Teatro de Portas Abertas. O início da noite reserva ainda espaço para as artes visuais, com a abertura da  Exposição "Eugênia no Espaço", às 18h30, na Galeria Ramos Cotoco. Encerrando o dia de programações gratuitas, o TJA recebe às 19h, o Sopro Doppio - Duo de Flautas, em única apresentação no Palco Principal.

Reabertura da Biblioteca Carlos Câmara do Theatro José de Alencar

Inaugurada em 27 de março de 1996 e hoje integrando o Sistema Estadual de Bibliotecas, através da Biblioteca Pública Menezes Pimentel, a Biblioteca Carlos Câmara, do Theatro José de Alencar, foi batizada com o nome de um dos maiores dramaturgos cearenses. O equipamento compõe junto às salas de dança, teatro Morro do Ouro, Galeria Ramos Cotôco um dos espaços do Centro de Artes Cênicas do Ceará – Cena, anexo do Theatro José de Alencar.

Em 2006, a Biblioteca passou por sua primeira restruturação e, onze anos depois, após seis meses de um trabalho intenso coordenado pela bibliotecária Ana Maria Farias, a biblioteca será reaberta e entregue à comunidade em uma solenidade que acontece na terça-feira (17/10), às 9h, no Teatro Morro Ouro.

Participam da solenidade de abertura, o o secretário da Cultura do Ceará, Fabiano dos Santos, a Coordenadora de Política do Livro e da Leitura (COPLA), Mileide Flores, a diretora do Theatro José de Alencar, Selma Santiago, diretor e pesquisador Marcelo Costa, o ator e diretor Haroldo Serra, o escritor Antônio Marcelo entre outras autoridades.

O Acervo

A Biblioteca Carlos Câmara conta atualmente com um acervo de 2.395, do qual 931 livros são específicos da linguagem de teatro e 1.464 de literatura. Agora, informatizada, com o programa Biblioteca Livre (BIBLIVRE) que é um software para catalogação e a difusão de acervos de bibliotecas públicas e privadas, de variados portes.

Esta mudança permite que a biblioteca também passe a oferecer o serviço de empréstimo de livros. Para tanto, os interessados em consultar as obras deverão fazer um cadastro  na Biblioteca, portando os seguintes documentos:

> para atores e funcionários da Secult: RG e comprovante de endereço
> para estudantes: RG, comprovante de endereço e comprovante de matrícula escolar

> para professores e pesquisadores: RG, comprovante de endereço e comprovante da instituição a que pertence.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Theatro José de Alencar] Agosto para todos os gostos no TJA

Gerard Presley

Theatro José de Alencar recebe o mês com música de qualidade e artes cênicas

O Theatro José Alencar, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, inicia a programação "Agosto para todos Gostos" com uma semana repleta de atrações para os diversos públicos, opções de programação para toda a família, ocupando a cidade. São apresentações musicais, de artes cênicas. Além das novidades, o Theatro promove as já tradicionais visitas guiadas às 9h, 10h, 11h, 12h, 14h, 15h, 16h e 17h. Confira a programação completa no site: www.secultce.gov.br

Tributo a Elvis Presley
Na quinta-feira, dia 3 de agosto, às 19h30, o TJA recebe o som e o ritmo, com o tributo a Elvis Presley feito pela Orquestra Filarmônica do Ceará, no Palco Principal. Os ingressos para apresentação custam R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia) e classificação indicativa livre. Uma bela homenagem a um dos mais representativos precursores do rock'n'roll. A regência é do maestro Gladson Carvalho.

Sexta Rock e Broadway Way Of Live
Na sexta-feira, dia 4 de agosto, às 18h, o Theatro José de Alencar recebe a já tradicional Sexta Rock. O evento acontece na Praça Pedro Boca Rica, com acesso gratuito e classificação indicativa livre.  Idealizado em 1999, no extinto Casarão Cultural, o Projeto Sexta Rock, da Associação Cearense do Rock (ACR), vem acontecendo desde de 2016 na Praça Pedro Boca Rica anexo do TJA. A intenção é proporcionar mais um espaço para a divulgação do trabalho de bandas independentes, apostando na mistura de estilos.Os shows são abertos ao público e conta sempre com a participação de três bandas por edição. Nesta edição o Sexta de Rock recebe Black Witch, Cocaine Cobras e Lei do Som.

Também na sexta-feira, é dia de musical com o Concerto Broadway Way Of Life, às 19h, no Foyer do TJA, com ingressos à R$20,00 e R$10,00 e classificação indicativa livre. A segunda edição do show “Broadway Way of Life” propõe um concerto íntimo de celebradas canções de musicais da Broadway, interpretadas por Carol Arruda, com a presença da sua irmã, Gisele Arruda, participante do primeiro The Voice Kids Brasil, o acompanhamento instrumental de piano. Variando entre estilos que passam pelo lírico, o belting e o pop, o concerto explora o universo do teatro musical de forma refinada e jovem.

108 anos de Burle Marx
O sábado, dia 5 de agosto, chega cheio de atrações. Às 15h, é realizada a celebração de "108 anos de Burle Marx", no Jardim, com ingresso gratuito e classificação indicativa livre. O Theatro José de Alencar e o Laboratório da Paisagem da Universidade de Fortaleza promovem programação de aniversário de 108 anos do paisagista Burle Marx (04/08/ 1909), responsável pela criação do projeto jardim do TJA. Na programação, visita guiada especial, entre outras atividades.

No mesmo dia, às 17h, tem música com a Orquestra Spalla Brass apresentando clássicos da bossa nova. A atividade acontece no Foyer, com ingresso distribuído a partir da doação de 1kg de alimento não perecível e classificação indicativa livre. Fundada em outubro de 2015 por Carlos Montanha (Kaka), a Spallas Brass vem conquistando seu espaço e cada vez mais admiradores. O grupo é formado por músicos conceituados no cenário musical cearense e que já participaram como músicos em shows de Ivan Lins, Fagner, Marcos Lessa e participam atualmente de projetos como Big Band Unifor e Orquestra Filarmônica do Ceará.

Às 18h, tem teatro com "Pauta Aberta Cena", com o espetáculo "Crendice de quem me disse", no Teatro Morro do Ouro. Ingressos ao preço de R$6,00 R$3,00  e classificação Indicativa livre. “Crendice de Quem me Disse” do Grupo Base de Cascavel, é um espetáculo que apresenta através de situações musicais a trajetória de cinco contadores de histórias, peregrinos, que de tudo ouvem e de tudo contam. O espetáculo integra a programação da Chamada de Ocupação do TJA 2017.

Mancha roxa – Grupo Imagens
Também no sábado, às 19h, tem mais artes cênicas com a "Mancha roxa – Grupo Imagens", na Sala de Teatro Nadir Sabóia, com ingressos de R$ 20,00 e R$ 10,00 e classificação indicativa de 18 anos. O espetáculo traz como pano de fundo a problemática do cárcere feminino nos presídios brasileiros. A montagem nasceu a partir de uma pesquisa etnográfica com detentas no Instituto Penal Feminino Desembargadora Auri de Moura Costa e em Parceria com Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado do Ceará (SEJUS). O texto é de Plínio Marcos e a direção de Edson Cândido.

A programação cênica segue com mais um espetáculo, no sábado, às 19h30, Filho do Mar, na Sala Sidney Souto, com ingresso de R$ 10,00 e R$ 5,00 e classificação indicativa de 12 anos. O grupo de teatro As Valkírias empenha-se na busca de novos paradigmas para a arte teatral e o reconhecimento dos valores socioculturais que constroem a história de um povo. Em seu projeto “Filho do Mar” resgata a memória histórica e cultural do Ceará, tendo como inspiração um personagem emblemático desse estado: Francisco do Nascimento, o Dragão do Mar. A peça é fruto de pesquisa nas áreas de cultura popular, teatro ritual, tendo a música como elemento formador da cena. Também abrange o cordel e danças afro-brasileiras, por um viés ritualístico e crítico, transmitindo ao público a força e os valores da cultura negra na história do Ceará.

O domingo continua com programação de qualidade. No dia 6 de agosto, às 16h, tem Pauta Aberta Infantil com “Uirapuru” - Grupo Garajal, no Teatro Morro do Ouro, com ingresso a R$ 10,00 e R$ 5,00 e  classificação indicativa livre. A peça dá continuidade à pesquisa sobre cultura popular desenvolvida pelo grupo e traz para o encantamento infantil a lenda do pássaro Uirapuru. Em mais uma de suas idas à floresta, uma garota que adora caçar e enjaular animais acaba capturando o pássaro uirapuru. Sem saber, a jovem cai na armadilha da cobra caninana e acaba entrando no plano maléfico da cobra de prender todas as lendas e destruir a natureza.O espetáculo integra a programação da Chamada de Ocupação do TJA 2017.


No domingo, às 16h30, tem "Agulha Fina", com Palco Principal, com ingresso de R$ 6,00 e R$ 3,00, com classificação indicativa livre. Agulha Fina é uma montagem de conclusão do Curso Princípios Básicos de Teatro/CPBT, Turma Manhã 2016. Com direção de Juliana Veras, dramaturgia, encenação e música se desenvolvem em colaborativo, inspiradas na urgência do grupo em questionar a formação da identidade de cada um.

domingo, 9 de outubro de 2016

Diversão] NO DIA DAS CRIANÇAS, Fortaleza recebe O MAIOR SHOW INFANTIL DO ANO com Backyardigans, Galinha Pintadinha e PeppaPig no TJA às 16h.


  
O Maior Show Infantil do Ano leva os Backyardigans, Galinha Pintadinha e a PeppaPig para o palco do Theatro José de Alencarno dia das crianças. O musical tem canções marcantes como Marcha Soldado, ABC, Escravos de Jó, Lava a mão, O Cravo e a Rosa, Ciranda Cirandinha, Borboletinha, Elefante e muitas outras na voz dos personagens de maior sucesso entre a criançada. O show será realizado nos dia 12 de outubro, às 16h e faz parte do projeto de Teatro Infantil da Idearte Produções e já foi visto por mais de 100 mil pessoas e diversas brasileiras. Os ingressos estão à venda na bilheteria do TJA ou pelo site Bilheteria Virtual (www.bilheteriavirtual.com).


A adaptação assinada pela Idearte Produções, com concepção e criação de Amaury Júnior e direção artística de Pablo Cravero, segue um enredo montado com elementos visuais lúdicos e didáticos para agradar todas as crianças. A PeppaPig é uma porquinha que vive um cotidiano semelhante ao universo das crianças, como ir à escola, brincar, visitar os avós, entre outras ações. Esse desenho animado estreou no primeiro semestre de 2013 e desde então é sucesso de audiência do Discovery Kids. No mesmo canal, os Backyardigans também conquistaram as crianças.  Cinco personagens: Tyrone, Pablo, Tasha, Austin e Uniqua em idade pré-escolar se reúnem no quintal de casa para embarcar em grandes aventuras. Já a Galinha Pintadinha, é uma superprodução com quase 500 mil cópias já foram vendidas em vários estados brasileiros e o musical já conquistou até dois discos de platina triplo e mais de 300 milhões de acesso no YouTube.



Venha ver esse lindo espetáculo, e doe um brinquedo no dia da apresentação para o Natal da Paz das crianças carentes das comunidades da Rosalinda e Riacho Doce. Um projeto da ONG Ceará Vida Solidária, que vem a dezoito anosfazendo a alegria de milhares de famílias.


SERVIÇO:
O Maior Show Infantil do Ano com Backyardigans, Galinha Pintadinha e PeppaPig.
Dia: 12 de outubro
Horário: 16h
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia*), à venda na bilheteria do Teatro e internet no site bilheteria virtual www.bilheteriavirtual.com
Duração: 70 minutos.
Gênero: Espetáculo Infantil.
Censura: Livre.
Local: Theatro José de Alencar

Mais informações: (85) 98515-3551 

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Teatro] Ministério da Cultura e RENNER apresentam “O Impecável” com Luiz Fernando Guimarães, no Theatro José de Alencar em Fortaleza, dias 20 e 21 de julho

Foto: Guga Melgar

Um ator, um salão de beleza e oito personagens de tirar o fôlego transportam o público para uma tarde de sábado na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde conhecem uma turma com histórias nada convencionais para contar. Luiz Fernando não precisa de mais do que um palco mobiliado com uma bancada e uma cadeira com secador de cabelo para arrancar boas risadas da plateia.

Durante o monólogo, o salão Impecável Beauty recebe pessoas com muitos vícios, poucas virtudes e ótimas histórias. Seus funcionários são personalidades exóticas e o cenário traz apenas o essencial para dar o clima de burburinho característico dos salões de beleza.

Para viver oito personagens tão distintos em “O Impecável”, Luiz Fernando Guimarães ensaiou por dois meses e fez preparação vocal e corporal. “A maior dificuldade dos ensaios é estar sozinho no palco, sendo que ao mesmo tempo preciso interpretar vários personagens que estão em cena e se comunicam. É um monólogo, mas na verdade estou criando um elenco para ele”, explica Luiz, que está muito animado com o projeto.
O texto é o primeiro não-musical de Charles Möeller e Claudio Botelho e a direção é de Marcus Alvisi. A realização é da Brainstorming Entretenimento, Alessandra Reis 27 Produções Artísticas e Derbis Empreendimentos Artísticos. A produção local é da Free Lancer Producções.

Serviço:
Dias: 20 e 21 de Julho de 2016 (QUARTA E QUINTA)
Horário: às 21hs 
Local: Theatro José de Alencar  - 3101.2566 / 3101.2567 / 3101.2583
Informações: (85) 3261.0665 / WhatsApp: (85) 99927.0178
Duração: 60 minutos

Preços dos ingressos:
PREÇOS PROMOCIONAIS NA ESTREIA
Quarta R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)
Quinta R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia)

Classificação Etária: 14 anos

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Espetáculo] Crianças e adolescentes apresentam Espetáculo “Brazil” no Theatro José de Alencar




Apresentação marca início da Associação Hapvida cujo foco é educação e alimentação

“O que é o Brasil?”. É a partir deste questionamento que 88 meninos e meninas, entre sete e dezesseis anos, apresentam no próximo dia 10 de junho o espetáculo “Brazil”, repleto de dança, teatro e música. Os jovens fazem parte do Projeto Ilhas, da Fundação Ana Lima, que, a partir de agora transfere suas atividades de educação e alimentação à Associação Hapvida, que assume o braço social da empresa.
No espetáculo, com entrada gratuita, a partir de uma personagem principal será mostrado o despertar do bem contra os mecanismos sociais. A apresentação acontece no dia 10 de junho, às 19h, no Theatro José de Alencar.  Joseane Castelúcio tem 14 anos e desde os seis faz parte do projeto Ilhas. A menina, que faz o papel de protagonista no espetáculo, garante que deseja continuar como atriz no futuro e influencia outros jovens a ingressarem no projeto.  “Com certeza quero seguir fazendo o que faço hoje. Muitas mães e amigos me param na rua para perguntar sobre o projeto. Eu digo a todos que aqui vão aprender sobre, música, teatro, dança e outras coisas”, diz.

Livro Ilha dos Sonhos
Além da apresentação, será lançado no dia 10 o livro “Ilha dos Sonhos”, que reúne 27 poesias escritas pelas crianças e adolescentes ligadas ao projeto. Nos escritos, eles falam de suas famílias, da comunidade, do projeto, do dia a dia. “Confesso que foi uma surpresa muito bonita a leitura de cada um desses poemas e foi também a confirmação do que já sabíamos: a força do potencial de cada um”, afirma a senhora Ana Lima, presidente da Associação Hapvida.

Novo braço social
O espetáculo e o lançamento do livro “Ilha dos Sonhos” marcam o início de uma reestruturação organizacional do Hapvida Saúde. A partir de agora, a Associação Hapvida assume a função social da empresa, cuidando da área de assistência social com foco em educação e alimentação. Já a Fundação Ana Lima se concentrará nos serviços de saúde, promovidos no Hospital Ana Lima, em Maracanaú.

SOBRE O HAPVIDA
Com 3,25 milhões de usuários, o Hapvida é a maior operadora de saúde e odontologia do Norte e Nordeste. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e constantes investimentos: são17 mil colaboradores envolvidos na operação de 20 hospitais, 71 clínicas médicas, 17 prontos atendimentos, 61 centros de diagnóstico por imagem e 57 laboratórios com diversos postos de coleta distribuídos nos 11 estados onde a operadora atua com rede exclusiva.




SERVIÇO:
Espetáculo “Brazil”
Apresentação: Dia 10 de junho
Horário: 19h
Local: Teatro José de Alencar

Endereço: Rua Liberato Barroso, 525 | Praça José de Alencar, Fortaleza-CE.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Teatro] Vem aí a pré-estreia de peça Senhorita Annie no Theatro José de Alencar


Senhorita traz a cena o encontro cinco parentes de vítimas da Segunda Guerra pouco tempo depois de que tudo aconteceu, nas paredes a memória de toda essa dor, estampadas nas paredes brancas de uma câmara de gás, o grande questionar é o que cada ente querido viveu e que objetos deixaram. O amor de pessoas que já se foram ou simplesmente um objeto esquecido que se perdeu, um sofrimento pouco tempo de um massacre doloroso e angustiante.


FICHA TÉCNICA:

ESPETÁCULO: SENHORITA ANNIE

FICHA TÉCNICA: GRUPO TEATRO DE ENCONTRO

DIREÇÃO: ANTONIO LEITE.

ELENCO: VITORIA MOTTA, FRAN RAULINO, JEAN CLAUDE, ANTONIO LEITE E RAFAELLE SANTHIAGO.

FIGURINO: CECILIA OLIVEIRA E GERLAN OLIVEIRA.

ILUMINAÇÃO: O GRUPO

CENÁRIO: JOAQUIM LEITE, RAIMUNDO GONZAGA E GERLAN OLIVEIRA.

MAQUIAGEM: VITORIA MOTTA

PRODUÇÃO: GERLAN OLIVEIRA, MARLA SAMARA, FELIPE LUZ, MARIA CARVALHO

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO: JEAN CLAUDE


Serviço:

SENHORITA ANNIE
Dias: 19, 20, 21, 27 e 28 de Fevereiro de 2016
Horário: 18 horas
Local: Sala Nadir Papi Sabóia (anexo) – Theatro José de Alencar
Fortaleza / CE


GRATUITO

domingo, 9 de agosto de 2015

Teatro] Diogo Vilela e Sylvia Massari desembarcam em Fortaleza para o espetáculo “Sim! Eu Aceito!”, clássico da Broadway


A montagem brasileira de I Do! I Do! fica em cartaz no Theatro José de Alencar 
nos dias 21, 22 e 23 de agosto


A vida e os problemas de um casal ao longo de cinco décadas de união. Esse é o ponto de partida para “Sim! Eu Aceito! – Uma Comédia Musical”, montagem brasileira de “I Do! I Do!”, clássico da Broadway de 1966, vencedor do prêmio Tony, que chega a Fortaleza nos dias 21, 22 e 23 de agosto, às 20h, no Theatro José de Alencar. A versão nacional, apresentada pela Bradesco Seguros, foi elaborada por Flávio Marinho e conta com direção de Cláudio Figueira e atuação de Diogo Vilela e Sylvia Massari. Já a produção local é assinada pela PROCULT.

Com trilha sonora executada ao vivo, o espetáculo narra a história de Michael e Agnes, que enfrentam todas as adversidades que um casal pode conhecer durante cinco décadas de vida em comum: desde a noite de núpcias, o nascimento do primeiro filho, o sucesso na vida profissional, o eventual caso extraconjugal, até o casamento dos filhos e o envelhecimento à dois. Embora traga à tona todas as agruras de um casamento longevo, “Sim! Eu Aceito!” é essencialmente uma comédia. Segundo Flávio Marinho, “o humor malicioso foi adensado, enquanto a fluência do diálogo, vivamente mantida. A irreverência, que está em nosso temperamento e tempero, e o fato de estarmos no século XXI, possibilitaram a esta nossa versão uma ‘animada’ no relacionamento de Agnes e Michael. As músicas funcionam como extensões das cenas, e não números isolados como às vezes ocorre em alguns musicais”.

Vilela e Massari

Com trajetórias consagradas em musicais, Diogo Vilela e Sylvia Massari encontram-se pela terceira vez no palco. Já haviam contracenado anteriormente nas montagens Cauby, Cauby (2006) e A Gaiola das Loucas (2010). “Tenho para mim que, às vezes, conscientes do nosso karma, os deuses do teatro nos dão presentes. Pérolas a serem destrinchadas e vividas em cena, para o nosso inteiro prazer, como um voto de confiança. Sabia de antemão que esta peça era tecnicamente dificílima! Soube também que ela continha uma carpintaria capaz de atrair qualquer ator à cena! E foi o que percebi quando li a excelente tradução do Flávio, tornando praticamente impossível negar o convite do Cláudio. Para completar, o imenso prazer de dividir a cena com a Sylvia”, explica o ator. E ela complementa: “Trabalhar novamente com Diogo, com quem tenho uma imensa afinidade e respeito profissional, é delicioso! E Agnes, com certeza, vai ficar marcada como uma dessas personagens, que me dão a firme convicção de que o palco é o meu lugar! Ela representa a mulher submissa,  numa época patriarcal, diferente da nossa atual, mas que tem seus sonhos, suas aspirações, que são sufocadas pelo dia a dia. Até o momento em que se rebela, questiona-se e passa a ter um comportamento, diferente do que ela sempre viveu”.




I Do! I Do!

O original “I Do! I Do!” estreou em 1966, com texto de Tom Jones e música de Harvey Schmidt, protagonizado por Robert Preston e Mary Martin, com oito indicações ao Tony (ganhou o prêmio de melhor ator). Na turnê americana de 1969, foi a vez do galã Rock Hudson e de Carol Burnett darem vida ao casal. Agora, no Brasil, “Sim! Eu Aceito!” recebe sua primeira encenação fora dos Estados Unidos.

A trajetória do espetáculo, na verdade, remonta da década de 50. Com o título The Four Poster (Uma cama de quatro colunatas), a americana Jan de Hartog escreveu esta comédia que estreou na Broadway, em 1951, tendo o prestigiado casal Jessica Tandy e Hume Cronyn como protagonistas. O sucesso foi tão grande que, no ano seguinte, já estava no cinema na pele de outro casal (Lilli Palmer e Rex Harrison), em filme lançado no Brasil como O Leito Nupcial. “A década de 1960 deu vida nova a Agnes e Michael. A integração entre música e ação é tão hábil, tão orgânica, que chega a ser difícil imaginar que, um dia, este nosso “Sim! Eu Aceito! Uma Comédia Musical” não tenha nascido como um musical. As canções, como costuma acontecer desde Oklahoma! (1943), fazem avançar a narrativa, ilustram o estado de espírito das personagens, fazendo-os cantar quando somente as palavras não são mais suficientes para revelar o que lhes vai n’alma”, finaliza Flávio Marinho.

SERVIÇO
Sim! Eu Aceito! Uma Comédia Musical
Elenco: Diogo Vilela e Sylvia Massari
Local: Theatro José de Alencar (Rua Liberato Barroso, 525 – Centro – Fortaleza / CE)
Dias: 21, 22  e 23 de Agosto
Horário: 20h

Ingressos: Na bilheteria do teatro ou www.ingresso.com

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Orquestra] Orquestra Sinfônica da UECE em concerto nesta terça (29) no Theatro José de Alencar

 

Obras de Guerra-Peixe, Alberto Nepomuceno, Vivaldi e Pedro Madeira marcam o repertório da Orquestra Sinfônica da UECE nesta terça-feira, 29 de julho, às 19h30, no Theatro José de Alencar. Com naipe de cordas e solistas, esta apresentação é parte da série de concertos oficiais da OSUECE, que tem a direção do maestro Alfredo Barros. O acesso é gratuito.

O solista Francisco Sousa apresenta o "Concerto para Fagote e Cordas em Mi menor, RV 484", de Vivaldi, e o jovem compositor e bandolinista Pedro Madeira interpreta sua “Suite Família”, obra inédita que terá sua estreia neste concerto.

O concerto desta terça será marcado também pela estreia da orquestra de base do projeto, a OSUECE B, um grupo de jovens e adolescentes em fase inicial de formação, que apresenta-se nesta terça sob a regência de Rélmerson Lima.

Pedro Madeira, Compositor e Bandolinista

Pedro Madeira, fortalezense, 25 anos, é compositor e multi-instrumentista, tendo o bandolim como principal instrumento. Músico profissional há 7 anos, é aluno do Bacharelado em Composição Musical (5° semestre) na UECE, onde participa como bolsista do grupo de pesquisa de choro da universidade, e desenvolve um trabalho de pesquisa sobre o choro cearense.

“Suite Família”, que apresenta no concerto desta terça-feira, é uma obra de sua autoria arranjada para orquestra e regional de choro em três movimentos: um choro-maxixe, "Maxixe do Madeira", dedicado a seu pai, um choro-canção, "Capricho para Sol Maior", dedicado a sua esposa, e uma valsa, "Fátima", dedicada a sua mãe.

Como compositor Pedro Madeira explora a mistura de influências diversas, bebendo na fonte do popular e do clássico. Mas afirma-se como autor de música brasileira e seus diversos ritmos, entre eles: o baião "Tremembé", o choro "Parafuso Drink's" (Parceria com Tarcísio Sardinha) e o choro-canção "Influência" (Parceria com Sardinha e Samuel Rocha).

Francisco Sousa, Fagotista

Francisco Sousa iniciou seus estudos musicais aos 13 anos tocando clarinete na Banda de Música do município de Redenção. Em 1995 fez parte da Banda de Música do Corpo de Bombeiros do Ceará. Pouco tempo depois ingressou na Força Aérea Brasileira e fez vários cursos na aérea de música na Escola de Especialistas de Aeronáutica. Em 2003 começou a estudar fagote e participou de vários festivais de música, estudando com grandes fagotistas nacionais e internacionais, como Fabio Cury, Heleno Feitosa, Ronaldo Pacheco, Andréa  Bressan e Thea Nicole Groth. Atualmente é fagotista do Quinteto Alberto Nepomuceno, da Banda Sinfônica da Base Aérea de Fortaleza e da Orquestra Sinfônica da UECE (OSUECE).

A OSUECE, teve seu início em agosto de 2009. Tem no repertório um variado conjunto de obras de compositores brasileiros em geral, com destaque especial para jovens compositores cearenses que desenvolvem atividade composicional no Bacharelado em Composição da UECE, arranjos e adaptações de grandes obras populares, além de obras do repertório tradicional sinfônico.

A orquestra é formada por 65 integrantes distribuídos nos naipes das madeiras, metais, percussão e cordas. É dirigida artisticamente e regida por Alfredo Barros, maestro e compositor, doutor em Artes Musicais pela The University of Texas at Austin, EUA. O maestro desenvolve projetos artísticos dessa natureza desde 1988. Os músicos da OSUECE se reúnem quatro vezes por semana e participam de ensaios no Auditório do Curso de Música no Auditório Central da UECE, Campus do Itaperí (Av. Dr. Silas Munguba, 1700). Os ensaios acontecem às segundas e quintas-feiras das 18h às 20h, e às quarta e sextas-feiras, das 14h às 17h.

O projeto é uma ação tríplice de ensino, pesquisa e extensão que atua como um forte agente aglutinador de músicos de diferentes camadas sociais e alunos matriculados em cursos superiores da UECE. É, sobretudo, uma orquestra jovem que tem um compromisso de inclusão social e acadêmica. Abre perspectivas para a orientação e apoio àqueles estudantes de música que procuram uma oportunidade de ingressar na universidade. Neste ano de 2014, a OSUECE entra em sua segunda etapa pedagógica de formação de músicos de orquestra, atendendo a vários jovens e adolescentes de diversas localidades do Ceará, todas as quintas-feiras, às 15h, gratuitamente, com aula de teoria, ensaio de orquestra e aulas em grupo.

Com menos de cinco anos de existência, a OSUECE é um projeto relativamente jovem, que tem chamado a atenção de músicos importantes, professores de festivais e regentes. Entre eles, o violista Carlos Boltes (chileno radicado nos EUA), que em julho de 2011 solou com a OSUECE o "Concerto para Viola e Orquestra" de G. P. Telemann; a cantora Marina de la Riva, que em janeiro de 2012 apresentou-se com a OSUECE em Fortaleza, tendo mencionado de forma muito elogiosa o trabalho do jovens músicos da orquestra. A OSUECE apresentou-se no lançamento do Plano de Cultura do Estado do Ceará e no concerto de abertura do IX Festival Música na Ibiapaba 2012, com grande êxito.

Em janeiro de 2013 participou da gravação do DVD em homenagem a Luiz Gonzaga, pelo seu centenário, com Adelson Viana, Waldonys e Rodolfo Forte, Manassés e Nonato Luiz, entre outros. Em dezembro de 2013 fez o concerto de encerramento do Fórum Harmônicas Brasil, no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, com o gaitista José Staneck como solista. Agora em julho, a OSUECE fez o concerto de abertura do Festival Eleazar de Carvalho, em Fortaleza.

A Reitoria e Vice-Reitoria da UECE, as Pró-Reitorias: de Assuntos Estudantis–PRAE, de Extensão–PROEX, de Pesquisa e Pós-Graduação–PROPGPq, a Coordenação do Curso de Música da UECE, Imprensa Universitária, e a Fundação Eleazar de Carvalho, a Fundação de Cultura e Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão – FUNCEPE têm dado importantíssimo apoio à Orquestra que, além desse apoio acadêmico, conta com importante apoio da Bandeirantes Mídia Exterior.


SERVIÇO: 

Orquestra Sinfônica da UECE - Série Concertos Oficiais - Dia 29 de julho (terça-feira), às 19h30, no Theatro José de Alencar (Acesso pela rua Liberato Barroso, 525, Centro). Apresentação do naipe de cordas e solistas da OSUECE interpretando Guerra-Peixe, Alberto Nepomuceno, Vivaldi e Pedro Madeira, e estreia da OSUECE B, grupo de base do projeto. Livre. Grátis. Tel: (85)3101.2583.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

[Teatro – CE] CCBNB-Fortaleza realiza dois espetáculos cênicos gratuitos – um do Rio Grande do Norte e o outro do Rio de Janeiro –, no Theatro José de Alencar e no Teatro SESC Emiliano Queiroz, ambos no centro da cidade, neste fim de semana



O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza realiza dois espetáculos cênicos gratuitos neste fim de semana (de sexta-feira a domingo, do dia 31 de maio a 02 de junho), no centro da cidade.

O primeiro espetáculo acontecerá no Theatro José de Alencar (TJA) [rua Liberato Barroso, 525 – Praça José de Alencar – Centro – fones: (85) 8940.1773 / 3101.2583 / 3101.2566 / 3101.2567 / 3101.2596 / 3101.2603 – e-mail: tja@secult.ce.gov.br], nesta sexta-feira (dia 31 de maio), às 19h30, e no sábado (dia 1º de junho), com apresentação de duas sessões, às 18 horas e às 20 horas.

É a peça teatral Retrato do Artista Quando Coisa, encenada pela Bololô Companhia Cênica, do Estado vizinho do Rio Grande do Norte, dirigida pela Companhia Luna Lunera de Teatro, de Belo Horizonte, capital do Estado brasileiro da região Sudeste, Minas Gerais. O espetáculo foi contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2011 e realizou temporada de estreia em 2012 e 2013.

O espetáculo é livremente inspirado no livro homônimo do poeta, fazendeiro e advogado Manoel Wenceslau Leite de Barros, nascido em 19 de dezembro de 1916 (tem 97 anos de idade), no Beco da Marinha, beira do Rio Cuiabá, em Cuiabá, capital do Estado brasileiro do Mato Grosso (MT), hoje radicado em Campo Grande (MT).

Retrato do Artista Quando Coisa é, antes de tudo, um convite à brincadeira, ao encantamento, à desconstrução das palavras acostumadas à linguagem dos pássaros e das pedras, ao deslimite. Duração: 60 minutos. Classificação indicativa: 18 anos.

O Tempo como protagonista
O segundo espetáculo acontecerá no Teatro SESC Emiliano Queiroz (av. Duque de Caxias – em frente ao Dnocs – Centro – fones: (85) 3452.9066 / 3464.9347), nesta sexta-feira (31 de maio), sábado (dia 1º de junho) e domingo (dia 02 de junho), sempre às 20 horas.

A peça Bodoncogó será encenada pela Companhia Teatro Epigenia, do Rio de Janeiro, com texto do contista, poeta e subeditor de Cultura do jornal Correio da Paraíba [da capital João Pessoa (PB)], Astier Basílio, natural de Campina Grande (PB), e direção de Gustavo Paso. Duração: 60 minutos. Classificação indicativa: 14 anos.

O projeto de encenação do conto de autoria de Astier Basílio conta a história de Bodocongó, uma cidadezinha perdida no mapa, onde mora um visionário, meio poeta, meio cineasta, que filma o tempo durante um período de 40 anos. O tempo é o seu protagonista.

As relações estabelecidas pelos personagens refletem as contradições dos relacionamentos humanos, estabelecendo um convite à introspecção e ao desnude da psiquê.

Quando as formigas são perseguidas
É preciso transver o mundo, disse Manoel de Barros.  O espetáculo Retrato do Artista Quando Coisa é o resultado de uma série de transvisões e transversões, é o fruto do olhar modificado dos atores pela poesia cheia de deslimites de Manoel, é invenção do olhar que vê de azul.

Os atores, assim, com o olhar azulado, cheios de pássaros e atentos mesmo para as coisinhas mais ínfimas, convidam o público a transver: as cenas, os objetos, a eles, a si mesmos, enfim, as coisas. Pois tudo vira coisa, tudo fica passível de transformação, de ser visto de azul, de ser revisto e transvisto.

Numa narrativa não-linear, o espetáculo tem predileção por transver as coisas abandonadas, tem um olhar para baixo – como o que Manoel de Barros confessou ter. Os objetos que compõem o cenário são trastes que foram encontrados no meio da rua, ou inutilidades trazidas a titulo de descarte pelos próprios atores ou por amigos.

Os atores se abandonam às coisas, para fabricar brinquedos com palavras, para delas extrair poesia. Assim, no meio de tantas inutilidades, poesias são desvendadas, formigas são perseguidas, retratos são revelados.

As vozes dos atores se confundem com a voz de Manoel, que ressoa pelo quintal, convidando singelamente a transver o mundo. O espetáculo é, antes de tudo e sem maiores pretensões, um convite. Um convite à brincadeira, ao encantamento, à desconstrução das palavras acostumadas, à linguagem dos pássaros e das pedras, ao deslimite.

Prêmio Funarte de Teatro e Programa de Cultura BNB/BNDES
A Bololô Companhia Cênica foi fundada em 2009 e é formada pelos atores Alex Cordeiro, Arlindo Bezerra, Luana Menezes, Paulinha Medeiros e Rodrigo Silbat.

A Companhia é fruto do desejo, do sonho e da determinação de experimentar as artes cênicas do modo mais fiel, mais livre, mais integral e mais verdadeiro possível.

Hoje a Bololô continua com o mesmo desejo, sonho e determinação de uns anos inocentes atrás, mas agora cada vez mais enriquecida pela convivência e pelos aprendizados de uns anos (já não tão inocentes) de experiência artística profissional.

Tendo como cerne da pesquisa e das criações do grupo as questões relevantes ao intérprete-criador, isto é, de como pode o ator ser propositor da cena, a Bololô deu início ao seu percurso artístico com o processo de criação do seu primeiro espetáculo.

Era “Todo Avental”, uma adaptação do texto “Avental Todo Sujo de Ovo”, do premiado dramaturgo cearense Marcos Barbosa.  Estreou o espetáculo “Todo Avental” em 2011, dirigido pelo encenador Alex Cordeiro e patrocinado pelo Programa de Cultura BNB/BNDES – Edição 2010.

Em 2012, a Bololô foi convidada para participar do Projeto Jovens Escribas em Cena, do Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare em parceria com o coletivo de escritores Jovens Escribas.

Nasceu, a partir deste projeto, o experimento “Na Mesa com o Bobo”, uma adaptação do texto “Yorrick”, do escritor Márcio Benjamim. “Na Mesa com o Bobo” permanece enquanto um experimento cênico performático no repertório da Companhia.

Também em 2012, a Companhia teve o projeto “Retrato do Artista Quando Coisa” viabilizado pelo Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz – 2011.

O projeto consistia na montagem do espetáculo de mesmo nome, inspirado pela obra poética de Manoel de Barros, e dirigido pela Companhia Luna Lunera de Teatro, de Belo Horizonte (MG). O Prêmio Myriam Muniz possibilitou o encontro das companhias e viabilizou a produção do espetáculo, que estreou em dezembro de 2012.

A Bololô acredita na riqueza e na importância da pesquisa e da investigação artística para o desenvolvimento de trabalhos sólidos e singulares, que estejam em consonância com as convicções dos seus atores-criadores.

Acredita, ainda e essencialmente, na relevância do encontro – tanto com outras companhias de arte quanto com o público – para a continuidade e evolução das suas ações e para o crescimento da companhia no cenário teatral.

Centro de convivência artístico-cultural com 12 mil m2 e 103 anos de existência
Fundado em 17 de junho de 1910 (há 103 anos), o Theatro José de Alencar (TJA) é um centro de convivência artístico-cultural de mais de 12 mil metros quadrados. Integra, além do teatro-monumento, um jardim e o Cena (anexo à edificação histórica). É aberto de terça-feira a domingo.

Exuberante exemplar da arquitetura de ferro no Brasil, o TJA se localiza no Centro de Fortaleza, integrando vários espaços.

A edificação de 1910, o chamado teatro-monumento, é dividida em dois blocos. A sala de espetáculo propriamente dita está no segundo bloco. É a fachada mais conhecida, em arquitetura de ferro. Uma sala transparente, atravessada pela luz da cidade.



[Teatro – CE] Duo francês de jazz e estreia teatral marcam o fim de semana no THEATRO JOSÉ DE ALENCAR








O Fim de semana no Theatro José de Alencar será de grandes espetáculos para público de todas as idades, com música, teatro e visita guiada ao teatro e ao jardim. De sexta a domingo, os apreciadores das artes cênicas podem conferir Woyzeck, novo espetáculo da Cia. Teatro Mosca, e na sexta e sábado a Bololô Cia. Cênica, do Rio Grande do Norte, apresenta Retrato do artista quando coisa, como parte do projeto BNB Arte Retirante.

Considerada a obra-prima de Büchner, contendo elementos que apareceriam na dramaturgia mundial apenas durante as vanguardas do século XX, Woyzeck nos traz a trajetória de Friedrich Johann Franz Woyzeck, um soldado, trabalhador e dedicado à mulher, Maria, e ao filho pequeno. O ponto central da obra é a relação de Woyzeck com as pressões impostas a ele por seu mundo circundante, fortemente representado nas figuras do Capitão, com sua moral de guerra e do Médico, de quem Woyzeck é cobaia em experiências médicas quase macabras. Em comemoração ao bicentenário de nascimento do autor alemão, a Cia Teatro Mosca propõe uma releitura do clássico tendo como ponto de partida elementos da cultura Punck e do Death Metal. A direção é de Aldo Marcozzi.

No domingo, Aliança Francesa, CCBNB e TJA apresentam no projeto Músicas do Mundo o duo francês DANIEL MILLE (acordeon) e STÉPHANE CHAUSSE (clarinete, flauta e saxofone), em concerto de jazz. A apresentação será às 18 horas no palco principal, com acesso gratuito.

E para quem quer conhecer melhor o Theatro José de Alencar, a Visita Guiada é uma boa programação para moradores e visitantes de todas as idades. A visita percorre o teatro monumento, que em junho completa 103 anos. No domingo o foco é no Jardim do TJA, projetado pelo paisagista Roberto Burle Marx, onde a guia Vilani Barbosa apresenta a riqueza das mais de 40 espécies nativas de vários continentes. A ênfase da visita no domingo é o jardim, mas também passa pelo teatro.

PROGRAMAÇÃO

SEXTA, 31



VISITA GUIADA ao TJA

Sexta-feira nos seguintes horários: 9h, 10h, 11h, 12h + 14h, 15h, 16h, 17h. R$ 2 e 4.



WOYZECK

Estreia do espetáculo da Cia. Teatro Mosca – Dia 31 (sexta), às 19h30, na sala de teatro do Theatro José de Alencar. R$ 6 e 12. 16 anos. 75min. 100 lugares.



CCBNB Arte Retirante: RETRATO DO ARTISTA QUANDO COISA

Espetáculo da Bololô Cia. Cênica (RN) – Dia 31 (sexta), às 19h30, no palco principal do Theatro José de Alencar Grátis. 60min. 100 lugares.



SÁBADO, 01



VISITA GUIADA ao TJA

Sábado nos seguintes horários: 14h, 15h, 16h, 17h. R$ 2 e 4.



CCBNB Arte Retirante: RETRATO DO ARTISTA QUANDO COISA

Espetáculo da Bololô Cia. Cênica (RN) – Dia 01 de junho, às 18h e 20h, no palco principal do Theatro José de Alencar Grátis. 60min. 100 lugares.



WOYZECK

Espetáculo da Cia Teatro Mosca - Dias 01 e 02, 19h30, na Sala de Teatro no Anexo do Theatro José de Alencar R$ 6 e 12. 16 anos. 75min. 100 lugares.



DOMINGO, 02



VISITA GUIADA ao JARDIM DO TJA

Domingo nos seguintes horários: 14h, 15h, 16h, 17h. R$ 2 e 4.



DANIEL MILLE (acordeon) e STÉPHANE CHAUSSE (clarinete, flauta e saxofone)

Aliança Francesa, CCBNB e TJA apresentam show de jazz com o duo da França - Dia 02, às 18h, no palco principal do Theatro José de Alencar Grátis. Livre. 750 lugares.



WOYZECK

Espetáculo da Cia Teatro Mosca - Dia 02, 19h30, na Sala de Teatro no Anexo do Theatro José de Alencar. (R$ 6 e 12. 16 anos. 75min. 100 lugares.Tel:



Theatro José de Alencar:

Rua Liberato Barroso, 525, Praça José de Alencar, Centro, Fortaleza.  Tel: (85)3101.2583.





quarta-feira, 10 de abril de 2013

[Teatro - CE] Beth Goulart em “Simplesmente eu, Clarice Lispector” sábado e domingo (13 e 14) no Theatro José de Alencar



Foto: Fabian - fotoweb


 Com a peça, Beth Goulart foi premiada como Melhor Atriz no Prêmio Shell, Revista Contigo, APTR-RJ (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro) e Prêmio Qualidade Brasil. “Simplesmente eu, Clarice Lispector” também levou o troféu de Melhor Espetáculo no Prêmio Qualidade Brasil.



Neste sábado e domingo, dias 13 e 14 de abril, Beth Goulart apresenta no palco principal do Theatro José de Alencar o espetáculo “Simplesmente eu, Clarice Lispector”. O texto de Clarice Lispector tem adaptação, interpretação e direção de Beth Goulart, com a supervisão de Amir Haddad. No sábado a sessão terá início às 20 horas e no domingo às 19h. 

Simplesmente eu, Clarice Lispector, com Beth Goulart

Joana, uma mulher inquieta e criativa foi a primeira personagem de Clarice Lispector que Beth Goulart conheceu. No auge da adolescência, ao ler “Perto do Coração Selvagem”, romance de estreia da autora, sua identificação foi inevitável. "Eu achava que não era compreendida. O que fazer com isso tudo dentro de mim, com esse processo criativo? Só Clarice me entendia.", confessa Beth. Depois de Joana, que representa o impulso criativo selvagem, vieram outras mulheres na escrita de Clarice. Entre elas, está Ana, do conto "Amor", que leva uma vida simples, dedicada ao marido e aos filhos e tem a rotina quebrada ao se impressionar com a magia do Jardim Botânico. Ela representa a fase em que Clarice se dedicou totalmente ao marido e aos filhos.


Lóri, da obra “Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres” é uma professora primária que mora sozinha e se prepara para descobrir o amor. Toda a obra de Clarice é uma ode ao amor. Há ainda outra mulher sem nome, que, no conto "Perdoando Deus", se deixa mergulhar na liberdade enquanto passeia por Copacabana, representando a ironia, a inteligência e o humor na obra de Clarice. Essas quatro mulheres, que, para Beth, "representam algumas facetas da própria Clarice", foram escolhidas para apresentar ao público a obra de um dos maiores nomes da literatura brasileira. Em “Simplesmente eu, Clarice Lispector”, espetáculo que teve estreia nacional em julho de 2009 em Brasília, no Centro Cultural Banco do Brasil, a atriz interpreta, além da escritora e suas personagens, fragmentos que reconhece em si mesma: "Usando as palavras dela, eu também estou falando de mim, eu me revelo através de minhas escolhas".

Beth faz reflexões sobre temas como criação, vida e morte, Deus, cotidiano, solidão, arte, loucura, aceitação e entendimento e trabalha pontos característicos da obra de Lispector, como o vazio, o silêncio e o instante-já, "aquele momento único, que é como um flash, um insight", explica a atriz. Para o monólogo, que ela também dirige, passou dois anos mergulhada em longa pesquisa. A narrativa se constrói a partir de trechos de entrevistas, depoimentos e correspondências. Segundo Beth, toda essa ligação se dá por uma única linha: o amor. "Ela falava sobre o amor maternal, o do relacionamento, o amor a Deus, à natureza, ao próximo. Escolhi esse viés para apresentá-la ao público." Para a atriz, representar Clarice Lispector é realizar um antigo desejo. "Eu sempre acalentei essa vontade de um dia poder dar meu corpo, minha voz, minhas emoções para colocá-la viva em cena."

A caracterização foi feita de forma cuidadosa. Detalhes como a maquiagem ganharam tratamento especial de Beth Goulart, que optou por um caminho neutro para passear livremente pela pele das personagens e da autora. "O espetáculo todo é como se fosse uma grande folha em branco a ser escrita por esses personagens, pelos movimentos, pelas ações, pelos sentimentos, pela luz."

O Espetáculo

O espetáculo mostra a trajetória desta mulher em direção ao entendimento do amor, de seu universo, suas dúvidas e contradições. Uma autora e seus personagens dialogando sobre a vida e morte, criação, Deus, cotidiano, palavra, silêncio, solidão, entrega, inspiração, aceitação e entendimento. O texto é extraído de depoimentos, entrevistas, correspondências de Clarice e trechos das obras: "Perto do Coração Selvagem", "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres" e os contos "Amor" e "Perdoando Deus".

Encontro de Beth Goulart com Clarice Lispector

O que me levou a fazer Clarice Lispector no teatro foi o mistério do espelho, a identificação que sinto por ela. Além da vontade de trazer mais luz sobre esta mulher que revolucionou a literatura brasileira, redimensionou a linguagem falando do indizível com a delicadeza da música, usando a escrita como uma revelação, buscando o som do silêncio ou fotografar o perfume. “A arte é o vazio que a gente entendeu” diz Clarice. Quero atingir o vazio de mim mesma para refletir a profundidade desta mulher que conhece o segredo das palavras e suas dimensões.

O questionamento, é a busca constante do artista diante de sua escolha, e, como ela, eu gosto de intensidades. Há dois anos mergulhei num processo de pesquisa para escrever este roteiro lendo tudo o que podia de sua obra e livros biográficos. Fiz dois workshops com Daisy Justus uma psicanalista especializada em Clarice Lispector que analisa sua obra sob a ótica da psicanálise. Vi e ouvi tudo o que podia sobre ela, suas entrevistas, fotos, o depoimento no MIS, a entrevista póstuma na TV Cultura, enfim me tornei uma esponja de tudo o que se referia a ela. Neste olhar apaixonado escolhi sua obra para recontá-la.

Construí um corpo narrativo com trechos de entrevistas, depoimentos e correspondências que preparam os personagens que irão se apresentar ao público como desdobramentos dela mesma. Os temas abordados são reflexões sobre criação, vida e morte, Deus, cotidiano, palavra, silêncio, solidão, arte, loucura, amor, inspiração, aceitação e entendimento. Clarice é muito pessoal em seus escritos e todos os seus personagens tem algo de si mesma. Acho que Joana de “Perto do coração selvagem” talvez seja a mais parecida com sua essência criativa e indomável. Ana do conto “Amor” é a dona de casa e mãe dedicada que Clarice certamente foi. Lori de “Uma Aprendizagem ou O livro dos prazeres” vive em cena as descobertas do amor e A Mulher do conto “Perdoando Deus” é uma bem humorada autocrítica.

A Direção – Beth Goulart

Optei na direção por uma linha de sutilezas e sugestões. Ao invés de estar maquiada como Clarice, escolhi uma máscara neutra para poder me transformar nos outros personagens e voltar para ela. Os personagens nascem pela energia de cada um, de dentro para fora e não ao contrário, assim como o figurino com pequenos detalhes que se somam a uma base também neutra. O cenário se utiliza do vazio essencial com os elementos mais concretos demarcando as áreas de ação da autora deixando o vazio para seus personagens. O tom de Clarice é mais narrativo, como uma conversa com o público e seus personagens são mais ousados na linguagem corporal e na dramaticidade e humor. A música ajuda na fluidez do espetáculo tornando tudo um movimento contínuo que se estende do início ao fim. A luz é fundamental para delinear os espaços e criar a magia das dimensões.

Os Parceiros + ficha técnica

A supervisão de direção é do mestre Amir Haddad que irá questionar as escolhas da atriz e diretora para atingir melhor o público e compartilhar a alegria do ato teatral. A trilha foi criada por Beth e especialmente composta por Alfredo Sertã inspirada em Eric Satie, Arvo Part, Debussy e Lalo Schifrin. A iluminação é de Maneco Quinderé. A direção de movimento de Márcia Rubin é fundamental para a sutileza das transmutações e a precisão de gestos e coreografias. Rose Gonçalves ajuda a visualização de cada palavra em sua preparação vocal dando maior noção de tempo à narrativa. O cenário de Ronald Teixeira e Leobruno Gama remete a ideia de um útero branco que abraça todo o espaço cênico dando a neutralidade do vazio e a magia do onírico. O figurino de Beth Filipecki com elegância e simplicidade aproxima Beth de Clarice. As fotos são da italiana radicada no Brasil Fabian e de Lenise Pinheiro. O visagismo das fotos é de Rose Verçosa. O visagismo do espetáculo é de Westerley Dornellas. A programação visual de João Gabriel Carneiro e direção de produção e assessoria de imprensa nacional são de Pierina Morais.

MAIS TEATRO EM ABRIL no TJA



Dia 10

UM TOC DE RISO - Espetáculo do grupo TOC – Teatro Ópera Cabaret às 19h30 no Teatro Morro do Ouro (Anexo do Theatro José de Alencar). Grátis. 12 anos. 1h30min. 90 lugares. 

Dias 11, 16, 18, 23, 25

VISITA ESPETACULAR: Visita guiada + espetáculo O segredo de Cocachim – às 9h e 15h no Teatro Morro do Ouro (Anexo do Theatro José de Alencar). *Para escolas públicas previamente agendadas. Grátis. Livre. 90 lugares.

Dias 12, 19 e 26

CCBNB ARTE RETIRANTE : Dr. Qorpo - Espetáculo do grupo Imagens de Teatro, às 19h na Sala de Teatro (Anexo do Theatro José de Alencar). Grátis. 16 anos. 60 min. 100 lugares.

Dia 13

TJA CRIANÇA: Fabulosa - Espetáculo da Cia Arteiro de Teatro, às 17h no Teatro Morro do Ouro (Anexo do Theatro José de Alencar). Grátis. Livre. 60min. 90 lugares.

Dia 17 e 24

UM TOC DE RISO - Espetáculo do grupo TOC – Teatro Ópera Cabaret às 19h30 no Teatro Morro do Ouro (Anexo do Theatro José de Alencar) Grátis. 12 anos. 1h30min. 90 lugares. 

Dias 19 e 20

HISTÓRIA DE ANDARILHOS - Espetáculo do Grupo Teruá, às 17h no Teatro Morro do Ouro (Anexo do Theatro José de Alencar). R$ 5 e 10. Livre. Duração: 60min. 90 lugares.

Dias 20 e 21

OS IMPOSTORES - Espetáculo do Coletivo Encruzilhada, às 19h na sala de teatro (Anexo do Theatro José de Alencar) R$ 5 e 10. Livre. 70min. 100 lugares.

Dias 20 e 21

SÃO MANUEL BUENO, MÁRTIR - Espetáculo do Grupo Sobrevento (SP) - Tteatro de bonecos para adultos, às 19h30, no palco principal do Theatro José de Alencar. Grátis 16 anos. Duração: 85min. 60 lugares.

Dia 26

GÊNEROS TEATRAIS - Espetáculo do Grupo de Teatro Representante de Vida (AC GTRV), às 19h30 no Teatro Morro do Ouro - Anexo do Theatro José de Alencar. Grátis. Livre. 50 min.

Dias 27 e 28

A MÃO NA FACE - Espetáculo do Grupo Bagaceira, às 19h, no palco principal do Theatro José de Alencar. R$ 15 e 30. 50min. 16 anos. 40 lugares.

 PARA CONHECER O TJA

Teatro-monumento inaugurado em 1910, o Theatro José de Alencar tem uma porgramação de Visita Guada de terça a domingo, voltada para público de todas as idades. São 40 horários para percorrer o TJA com um guia que apresenta o 'mais exuberante exemplar da arquitetura de ferro no Brasil', como é citado por estudiosos da área, incluindo bastidores e rotinas de usos e ocupações. A Visita Guiada é um percurso que varia de acordo com a programação do teatro centenário. Aos domingos e feriados é realizada a Visita Guiada ao Jardim do TJA, projetodo pelo paisagista Roberto Burle Marx.





SERVIÇOS:

Simplesmente eu, Clarice Lispector, com Beth Goulart - Sábado (13.04) às 20h e domingo (14.04) às 19h no palco principal do Theatro José de Alencar (Rua Liberato Barroso, 525, Praça José de Alencar, Centro, Fortaleza). R$ 35 e 70. 12 anos. Duração: 70min. 750 lugares. Tel: (85)3101.2583.

Visita Guiada ao TJA - Terça a sexta: 9h, 10h, 11h, 12h + 14h, 15h, 16h, 17h. Sábados, domingos e feriados: 14h, 15h, 16h, 17h. R$ 2 e 4. Grátis todo dia 17 e todo último domingo do mês. Grátis sob prévio agendamento para escolas públicas e projetos sociais: (85)3101.2567 e 3101.2568.

Visita Guiada ao Jardim do TJA - Domingos e feriados: 14h, 15h, 16h, 17h. R$ 2 e 4. Grátis todo último domingo do mês.