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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Projeto] Público lota o Cineteatro São Luiz, com realização do show de Fagner durante o projeto São Luiz Solidário


O show beneficente em prol da Associação Peter Pan arrecadou 45 mil reais para a instituição, com presença de Raimundo Fagner, Orquestra Infantil da Fundação Raimundo Fagner e banda de lata "Os Cabinha", da Fundação Casa Grande de Nova Olinda.


O Cineteatro São Luiz, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), iniciou nova faixa de programação “São Luiz Solidário”, na noite desta terça-feira, 12/12, com apresentação da “Orquestra Infantil” da Fundação Raimundo Fagner, da bandinha de lata “Os Cabinha” da Fundação Casa Grande e participação especial do cantor e compositor Fagner. O valor arrecadado com a venda dos ingressos, de R$45 mil, foi destinado a Associação de Combate ao Câncer Infantojuvenil, também conhecida como Associação Peter Pan.

"Muito obrigado pela noite. Tenho certeza que esse é um Natal inesquecível que estão proporcionando a essas instituições", declarou o cantor Fagner ao público, logo no início do show, que contou com sucessos como "Mucuripe", "Fanatismo" e "Espumas ao Vento".

São Luiz Solidário

A nova faixa de programação do Cineteatro tem como objetivo realizar um show beneficente por semestre, em prol de Associações Beneficentes do Estado do Ceará.

Nesta primeira edição do evento, a Fundação Raimundo Fagner trouxe a Orquestra Infantil dirigida e regida pelo maestro Eduardo Júlio Saboya. O grupo apresentou o Recital “Encanto Popular”, com canções de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Toquinho e Fagner. A Orquestra é composta por 40 crianças e adolescentes atendidas pelo “Projeto Aprendendo com Arte”.

“Os Cabinha” também foi atração no evento. O grupo é a sexta geração da banda de lata da Fundação Casa Grande e já se apresentou com nomes como Arnaldo Antunes, e participação no espetáculo “Mãe Gentil”, de Ivaldo Bertazzo, com Zeca Baleiro. A atual formação chega com as crianças compondo novas músicas e trazendo uma diversidade rítmica em seu repertório. Batendo na lata, ao som da guitarra, os Cabinha mantém a tradição, aprendendo música na infância e levando alegria por onde passa.




FOTOS: Divulgação/Secult/Felipe Abud.
  
Associação Peter Pan

A APP tem claramente estruturada a sua Ideologia, tendo como missão elevar o índice de cura e melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes portadores de câncer e de suas famílias. Pelo relevante trabalho que vem sendo realizado, recebeu os seguintes títulos: Utilidade Pública Municipal, Estadual e Federal; CEBAS – Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social na Área de Saúde e o Ato Declaratório de Reconhecimento de Isenção de Contribuições Sociais, entre outros.


sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Concerto] Ministério da Cultura e Fundação Raimundo Fagner apresentam: concerto Renascimento

Foto: Johnson Rocha

A Fundação Raimundo Fagner traz ao público cearense uma ótima oportunidade de conhecer através da música, um dos períodos de maior efervescência cultural européia, o Renascentismo. Por intermédio do concerto Renascimento: cantando histórias entre mitos e paixões, composto por 65 crianças, entre 6 e 13 anos de idade, oriundas, na sua maioria, das escolas públicas de Fortaleza, a plateia poderá desfrutar de uma primorosa releitura da Renascença. O concerto acontece no Foyer do Theatro José de Alencar, às 18h nos dias 25 e 26 de novembro, encerrando dia 29 às 18h no Cuca Mondubim..

O concerto renascentista da Fundação Social Raimundo Fagner apresenta 13 peças e ressalta acontecimentos, no âmbito das artes, do período, colocando em evidência a música sacra para coro, música instrumental e o cânone, características musicais da época, através de célebres histórias como Kyrie, de William Byrd; Jesu Rex Admirabilis, de Giovanni Pierluigi da Palestrina; Allemande, de Claude Gervaile; Gavota, de Michael Praetorius; El Grillo, de Josquin des Prez e Triste España, de Juan del Encina.

O recital traz consigo histórias, entre mitos e paixões, célebres como Romeu e Julieta, de William Shakespeare, com base nas peças Greensleaves, de autor desconhecido, Romeu e Julieta, de Lindemberg Monroe; Lamento d’amore, de Johnson Rocha; e Orfeu, contada a partir da Toccat e do Prologo da Ópera L’Orfeu, de Claudio Monteverdi.

Por fim, a peça Venid a suspirar al verde prado, do Cancioneiro de Belém, retratando sobre o Brasil renascentista. As encenações lúdicas são feitas por crianças, que, através da Instituição, puderam desfrutar da história da música erudita. A ideia é passar para o público as caracteristicas marcantes do renascimento incluindo não só a música, mas todas as artes do período.

As obras foram adaptadas pelo maestro Eduardo Saboya, músico pós graduado em Arte e Educação para o ensino da música, com experiência nas práticas de regência, canto coral, técnica vocal, flauta doce, violão, percussão e musicalização infantil. Para o maestro todas as etapas aplicadas foram fundamentais para a realização do concerto. Desde o primeiro dia letivo deste ano os educadores se envolveram para ensinar sobre essa época aos alunos, resultando na formação do recital que saiu da sala de aula para apresentação em espaços públicos culturais da cidade.

SERVIÇO: O concerto acontece no Foyer do Theatro José de Alencar, às 18h, nos dias 25 (sábado) e 26 (domingo) de novembro, encerrando dia 29 (quarta-feira) às 18h, no Cuca Mondubim. Entrada gratuita.


sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Musical] Fundação Raimundo Fagner e Ministério da Cultura apresentam o musical Aretê: Guerreiro Menino

  
Após uma pré-estreia cheia de encantos, o espetáculo Aretê: Guerreiro Menino chega ao CUCA Mondubim nessa sexta-feira (27), às 18h30. O musical aborda de forma contemporânea e lúdica, acontecimentos corriqueiros do nosso cotidiano, colocando em questão os valores humanos e a ética. O espetáculo cênico encerra sua temporada nos dias 07 e 14 de novembro, às 18h, no espaço cultural do Sesc Emiliano Queiroz.



O Espetáculo

Aretê: Guerreiro Menino é um espetáculo cênico musical autoral da atriz e dramaturga Mariana Elani que aborda de maneira simples acontecimentos diários que a pessoa leva para o resto da vida. “Mostra situações pequenas e corriqueiras em questões éticas e de valores humanos são postos em xeque, e o protagonista (Aretê) as observa e expõe seu ponto de vista que é de fato uma reflexão sobre ações que tomamos como simples, mas definem de fato aspectos da construção de nosso caráter”, acrescenta a dramaturga.

O espetáculo tem dez atores mirins no elenco com produção e músicos cearenses.  A música na maioria autoral com letra e melodia da professora de teatro Mariana Elani e com pegada popular e lúdica do maestro Ezequiel Moreira que fez os arranjos, com exceção de Guerreiro Menino de Gonzaguinha, e Pedras que Cantam de Fagner, que fazem parte também do repertório.  E Aretê tem como referência literária O Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas, além do audiovisual "Que luz é essa?" do saudoso cantor Raul Seixas.

A Fundação
Criada em abril de 2000 na cidade de Orós, a Fundação Social Raimundo Fagner (FRF) vem demonstrando o poder transformador da arte na vida de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Parceira da Fundação Banco do Brasil/Programa AABB Comunidade, suas atividades chegaram à cidade de Fortaleza em 2003, no bairro do Parque Itamarati. Nestes 17 anos de existência, a fundação mostra que é possível contribuir para resgate social dos jovens, gerando um ambiente de oportunidades e convivência artístico-cultural.  Atualmente ela atende a um público formado por 400 crianças e adolescentes, com idade entre 07 e 17 anos.

As ações da FRF são desenvolvidas através do projeto Aprendendo com Arte, que visa promover o desenvolvimento humano, o pensamento artístico e a percepção estética através de oficinas nas diversas áreas artísticas, fortalecendo, também, os aspectos relacionados à educação formal, como o incentivo a leitura, tento na música o foco principal de suas atividades.

Ao longo dos anos, o trabalho da fundação foi reconhecido com diversas premiações, como o Ponto de Cultura (2005); Prêmio Escola Viva (2007); Prêmio de apoio a pequenos eventos e Ponto de Valor, do Ministério da Cultura/PNUD (2009); Criança Esperança (2006), Prêmio Itau/Unicef - vencedor nacional (2009); Programa Escola Associada a UNESCO (2012); vencedor nacional do Prêmio ODM (2014).


sábado, 14 de outubro de 2017

Musical] Fundação Raimundo Fagner apresenta o musical Aretê: Guerreiro Menino

Foto: Anderson Mendes

Entre os meses de outubro e novembro, a Fundação Raimundo Fagner apresenta uma programação especial para o final de ano. Os apaixonados por música e teatro poderão prestigiar espetáculos com abordagem bem contemporânea e alegórica. O início da turnê traz para o público cearense o musical cênico Aretê: Guerreiro Menino, com estreia na próxima terça-feira (dia 17), às 15h, no espaço Morro do Ouro, anexo do Theatro José de Alencar, com entrada gratuita.

Depois o musical passa por outros palcos culturais de Fortaleza. No CUCA Mondubim, no dia 27, às 18h30, e em seguida, já no mês de novembro, encerra sua temporada nos dias 07 e 14 de novembro, às 18 horas, no espaço cultural do Sesc Emiliano Queiroz.


  

O Espetáculo
Aretê: Guerreiro Menino é um espetáculo cênico musical autoral da atriz e dramaturga Mariana Elani que aborda de maneira simples acontecimentos diários que a pessoa leva para o resto da vida na questão ética e de valor humano. ”São pequenos deslizes corruptivos que podem ser vistos e depois revertidos. Esse é o papel do protagonista do Aretê que ao se deparar com atitudes equivocadas do cidadão pede uma reflexão, perguntando assim qual o sentido e propósito, usando para tanto como instrumento corretivo o diálogo entre as partes”, acrescenta a dramaturga.  
 
O espetáculo tem dez atores mirins no elenco com produção e músicos cearenses.  A música na maioria autoral com letra da professora de teatro Mariana Elani e com pegada popular e lúdica do maestro Ezequiel Moreira que fez os arranjos e melodias, com exceção de Guerreiro Menino de Gonzaguinha, e Pedras que Cantam de Fagner, que fazem parte também do repertório.  E Aretê tem como referência literária O Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas, além do audiovisual "Que luz é essa?" do saudoso cantor Raul Seixas.

A Fundação
Criada em abril de 2000 na cidade de Orós, a Fundação Social Raimundo Fagner (FRF) vem demonstrando o poder transformador da arte na vida de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Parceira da Fundação Banco do Brasil/Programa AABB Comunidade, suas atividades chegaram à cidade de Fortaleza em 2003, no bairro do Parque Itamarati. Nestes 17 anos de existência, a fundação mostra que é possível contribuir para resgate social dos jovens, gerando um ambiente de oportunidades e convivência artístico-cultural.  Atualmente ela atende a um público formado por 400 crianças e adolescentes, com idade entre 07 e 17 anos.

As ações da FRF são desenvolvidas através do projeto Aprendendo com Arte, que visa promover o desenvolvimento humano, o pensamento artístico e a percepção estética através de oficinas nas diversas áreas artísticas, fortalecendo, também, os aspectos relacionados à educação formal, como o incentivo a leitura, tento na música o foco principal de suas atividades.

Ao longo dos anos, o trabalho da fundação foi reconhecido com diversas premiações, como o Ponto de Cultura (2005); Prêmio Escola Viva (2007); Prêmio de apoio a pequenos eventos e Ponto de Valor, do Ministério da Cultura/PNUD (2009); Criança Esperança (2006), Prêmio Itau/Unicef - vencedor nacional (2009); Programa Escola Associada a UNESCO (2012); vencedor nacional do Prêmio ODM (2014).


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Sarau – CE] Recital "Sarau Imperial" será apresentado sábado (17) por alunos da Fundação Raimundo Fagner





Um grupo de 78 jovens artistas da orquestra da Fundação Raimundo Fagner, sendo 41 de Canto Coral e 37 instrumentistas, sobe neste sábado (17), às 17horas, no palco do Teatro Carlos Câmara (R. Senador Pompeu, 454 - Centro), em Fortaleza, para mostrar o resultado de um amplos estudos sobre a música no império brasileiro, que resultou no espetáculo "Sarau Imperial". O recital traz canções de compositores brasileiros de um dos períodos mais efusivos da história da música brasileiras. no período do império no Brasil. O repertório da apresentação traz obras dos principais compositores da época, como Padre José Maurício Nunes Garcia (1767–1830) e Marcos Portugal (1762–1830). O recital Sarau Imperial tem entrada franca. Mais informações pelo fone (85) 3274.3726.

O espetáculo faz um resgate à revolução provocada no ambiente musical carioca depois da chegada da corte portuguesa. Com base no projeto D. João VI no Brasil - Música para o Príncipe, os alunos da Fundação Raimundo Fagner oferecem ao público presente um espetáculo que une música e história. O Recital é resultado do trabalho do projeto Aprendendo com Arte, que atende cerca de 370 crianças e adolescentes de Fortaleza e do município de Orós, no interior cearense. No projeto, eles participam de grupos de flautas, grupos vocais e grupos de violão que estudam a música brasileira, com direção musical do maestro David Castelo e orientação do maestro Ezequiel Moreira.

A vinda da família real para o Brasil consolidou o Rio de Janeiro como centro do poder colonial e mudou sensivelmente a fisionomia da cidade. A necessidade de criar-se uma estrutura administrativa que viabilizasse o governo do reino fez com que D. João VI criasse, imediatamente após sua chegado, todo um aparato burocrático. Ainda em sua estada na Bahia, decretou a abertura dos portos. Ato que punha fim aos 300 anos de sistema colonial. Nesse mesmo ano foi instalada, no Hospital da Ordem Terceira do Carmo, a Biblioteca Real, fundou-se a Impressão Régia do Rio de Janeiro, o Arquivo Nacional, foi permitida a instalação de fábricas e manufaturas no Brasil e foi criado o Banco do Brasil. No âmbito cultural, o período joanino foi marcado pelo acesso a livros e a uma relativa circulação de idéias. Em 1808, foi editado o primeiro jornal da colônia.

No tocante à música, era também necessário criar-se uma estrutura capaz de prover a devida gala para as solenidades oficiais e para a vida cotidiano da cidade onde estava sediada a monarquia portuguesa. Por essa razão, D. João VI criou, logo após sua chegada ao Rio de Janeiro, a Capela Real, cujo primeiro mestre foi o Padre José Maurício Nunes Garcia (1767 – 1830). Em 1813, foi inaugurado o Real Teatro São João e, por ordem do príncipe regente, músicos da Capela Real de Lisboa foram transferidos para o Rio de Janeiro. Assim, em 1811, chegou Marcos Portugal (1762 - 1830) ao Brasil, que substituiu o Pe José Maurício no mestrado da Capela Real do Rio de Janeiro. Outro importante fato que impactou a vida musical do Rio de Janeiro foi a chegada da Missão Artística Francesa, em 1816. Com ela chegou Sigismund Neukomm, compositor austríaco discípulo de Joseph Haydn. D. João VI mandou vir também cantores Castrati da Europa. Em 1819, estreou a primeira ópera de Rossini no Rio de Janeiro:Tancred. A partir de então foram suas óperas que passam a dominar a cena carioca. Verificou-se, ainda no período joanino, o desenvolvimento de uma prática de música instrumental de salão.

É, portanto, indiscutível a revolução provocada, no ambiente musical carioca, pela presença da corte portuguesa.




Repertório - Recital "Sarau Imperial"

Mater Divinae – Francisco Manuel da Silva

Beijo a mão que me condena – José Maurício Nunes Garcia

Quem me viu aflito e triste – Anônimo – Modinha do sec. XIX

Pelo amor de Deus ­ Anônimo – Modinha do sec. XIX

Eu nasci sem coração ­ Anônimo – Modinha do sec. XIX

Antífona para o Cântico Benedictus – José Maurício Nunes Garcia

Hino da Independência – D. Pedro I

Ganinha, minha Ganinha ­ – Anônimo – Modinha do sec. XIX

Quem achou o qu’eu achei – ­ Anônimo – Modinha do sec. XIX

Homens errados e loucos – Domingos Caldas Barbosa

Domine Jesu –-, ­ José Maurício Nunes Garcia

Cotilhão – Instrumental violão

Batuque ­ – Instrumental violão

Miudinho ­ – Instrumental violão

Contradança ­ – Instrumental violão

Menuette Afandangado ­ – Instrumental violão



Sobre a Fundação Raimundo Fagner

Para contribuir com o desenvolvimento humano e social das famílias do município de Orós, o cantor Raimundo Fagner, filho da cidade, criou em 3 de abril de 2000 a Fundação Social Raimundo Fagner, investindo em educação complementar para o desenvolvimento de crianças e adolescentes na faixa etária de 7 a 17 anos. Estes são em geral de famílias com renda inferior a um salário mínimo, em situação de risco social e matriculadas na rede pública de ensino.

A Fundação Raimundo Fagner desenvolve suas ações por meio do Projeto Aprendendo com Arte, uma proposta de educação em arte que visa promover o desenvolvimento humano, o pensamento artístico e a percepção estética, com oficinas de sensibilização nas diversas áreas artísticas, principalmente na música. São 400 alunos recebendo programas que trabalham o incentivo à educação, com aulas de literatura e informática, capoeira e esporte, atividades orientadas para o desenvolvimento da criatividade e relacionamento grupal, integração de atividades pedagógicas às ações de saúde, ações de cidadania e de fortalecimento das relações familiares.

Nas oficinas de música são desenvolvidas aulas de teoria musical, instrumentos musicais e de história da arte, visando compartilhar esse conhecimento com crianças e adolescentes, usando como temas de estudos os seguintes períodos musicais: ‘Momento Histórico: Renascença, Barroco, Clássico, Romântico, Moderno e Contemporâneo’; e ‘Desafio: Conhecer o modo como os artistas, na sua época, criavam sua arte’.

Projeto Aprendendo com Arte

O projeto Aprender com Arte oferece a 370 alunos programas que trabalham no incentivo à educação, à leitura, aulas de literatura e informática, capoeira e esporte, atividades orientadas para o desenvolvimento da criatividade e relacionamento grupal, integração de atividades pedagógicas às ações de saúde, ações de cidadania e de fortalecimento das relações familiares.

Nas oficinas de música são desenvolvidas aulas de teoria musical, instrumentos musicais e de história da arte, visando compartilhar este conhecimento para crianças e adolescentes, usando como temas de estudos os seguintes períodos musicais: ‘Momento Histórico: Renascença, Barroco, Clássico, Romântico, Moderno e Contemporâneo’; ‘Desafio: Conhecer o modo como os artistas, na sua época, criavam sua arte’.

Lá eles participam de atividades desenvolvidas nos grupos de flautas, grupos vocais e grupos de violão, grupos de capoeira e percussão. Deles, originaram os espetáculos: Bumba-Meu-Boi, da Fundação; Romeu e Julieta, de William Shakespeare; e o Recital trabalhado neste período, “Os Jesuítas e sua Música para a Catequese”.



• Recital “Sarau Imperial”

Alunos da Fundação Raimundo Fagner
Local: Teatro Carlos Câmara, Rua Senador Pompeu 454, Centro - Fortaleza
Data: 17 de maio (sábado)
Horário: 17 horas
Entrada Franca
Informações: (85) 3274.3726.


FICHA TECNICA

Direção Musical: David Castelo

Direção Artística: Tereza Tavares

Assistente de Direção Musical: Ezequiel Moreira

Arranjos: Ezequiel Moreira e Raimundo Nonato

Maestros: Ezequiel Moreira e Raimundo Nonato

Educadores de Flauta: Ezequiel Moreira, John de Souza e Átila Felix

Educador de Violão: Neuberjonhson

Educador de Canto Coral: Flaudeanno Gomes

Produção Executiva: Sandra Queiroz, Rebeca Lemos e Amanda Martins

Figurino e Adereços: Sandra Queiroz e Anderson Mendes

Cenografia: Anderson Mendes

Confecção de Figurino: Terezinha Florencio

Concepção Gráfica e Fotografia: Antonio Carlos Dias

Assessoria de Imprensa: : AD2M