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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Saúde] Dia das Crianças pode ser presenteado com visita ao dentista


 
O Dia das Crianças está chegando e como pais atentos à saúde dos filhos e querendo sempre o melhor para eles, já pensou em proporcionar a ele uma divertida visita ao dentista como presente? Isso mesmo. Hoje em dia, a ida ao consultório dentário pode ser algo leve e sem que cause traumas nos pequenos. Mas isso acontece graças às técnicas utilizadas por alguns profissionais para tornar o momento da consulta tranquilo. Quem explica sobre o assunto é o cirurgião-dentista Douglas Pardim.


De acordo com ele, a idade ideal para iniciar a ida de uma criança ao dentista é a partir do irrompimento do primeiro dentinho. Nessa primeira visita, será feita uma avaliação de uma forma adaptada para cada um, levando em consideração seus limites e por estarem em um novo ambiente e principalmente passada algumas instruções aos pais. São esclarecidas algumas dúvidas de como fazer a higienização pra esse bebê ou criança, tira dúvidas com os pais para quebrar todos os mitos e fortalecer as verdades.  Para diminuir o medo, Pardim conta que podem ser usadas algumas técnicas para deixar meninos e meninas mais calmos. A criança é apresentada ao ambiente novo, usando a técnica falar; mostrar; fazer. Essa explicação é de forma lúdica e divertida para que se sinta a vontade no ambiente clínico.

A bola ou a boneca podem ser substituídos por kits de escovação que, atualmente, acompanham os gostos das brincadeiras das crianças. De todos os tamanhos e formatos, tanto creme dental quanto escova vêm  personalizados com temas de história infantis, isso facilita o processo. O dentista alerta que para cada idade existe uma escova e creme dental indicado. Quanto menor for a cabeça das escovas melhor será para a higienização bucal dessas crianças pois terão mais facilidade de escovar os dentes posteriores. A pasta, desde que, a criança já saiba cuspir e seja orientada corretamente em relação à quantidade a ser usada, ela pode e deve escovar os dentes com pasta infantil com flúor.


FORMAÇÃO - Douglas Eduardo Araújo Pardim nasceu em Jí-Paraná - RO, mas há 7 anos mora no Ceará. Se formou pela Universidade Fortaleza (Unifor) como cirurgião-dentista. Além disso, tem aperfeiçoamento em estética e em prótese dentária (reabilitação oral) e curso de imersão em estética. Atualmente, cursa implantodontia, pela Academia Cearense de Odontologia (ACO). Em abril de 2016, inaugurou, em Fortaleza, a Clínica Pardim Odontologia.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Saúde] Cirurgião-dentista, Douglas Pardim, explica como os pais podem evitar a transmissão de cárie para seu filho

 
Falar, mastigar, beijar. A boca é um local de diversas funções, mas que deve, também, receber uma atenção especial, especialmente, quando se trata de saúde. Uma das doenças mais comuns, encontradas nesse local, é a cárie. Infectocontagiosa, ela pode ser transmitida de um indivíduo para o outro, simplesmente, por um beijo ou até pelo uso de aerossóis da boca contaminada de alguém e, ainda, pelo contato direto de escovas dentais. São situações simples, que passam despercebidas, mas que podem trazer riscos, principalmente, quando se trata de bebês ou crianças.

De acordo com o cirurgião-dentista, Douglas Pardim, um dos erros mais cometidos pelos pais é beijar a boca de seu bebê como demonstração de afeto ou até brincando com ele. “Quando isso acontece, o pai ou a mãe estão transmitindo a sua microbiota oral (bactérias) para boca de seus bebês, que estava livre dessa contaminação. Outro erro muito comum é soprar a papinha ou qualquer alimento quente para dar para seu filho. As gotículas de salivas que caem no alimento também levam contaminação para boca do bebê”. O ideal, então, é transmitir carinho de outra forma, prevenindo a doença em seus filhos.  “A cárie é uma doença infecto contagiosa, que poder ser transmitida de um indivíduo para o outro. São bactérias, com predominância do streptococcusmutans e lactobacillusssp”.

Mas, engana-se quem acha que, mesmo sem dentição, a boca não necessita de cuidados especiais. “Mesmo ainda bebês e sem dentição, é recomendado que, sempre após a alimentação dos bebês, faça a higienização com uma gaze ou uma fralda limpa úmida, para remoção dos restos alimentares da gengiva da criança”, aconselha o dentista.


      A partir do primeiro dente nascido, já é aconselhado começar a escovar os dentes do bebê com pasta com flúor, porém, a quantidade a ser usada compara-se ao tamanho de um grão de arroz. Nessa fase, um detalhe importante é a escolha correta da escova de dente. Segundo Pardim, existem escovas adequadas para cada tipo de dente e idade de uma pessoa, seja ela criança ou adulta.

    “A escova tem que ter bastante cerdas, muito macias para não traumatizar a gengiva, e a cabeça pequena, para conseguirmos alcançar os últimos dentes que têm espaço restrito. Então, quanto menor, melhor vai ser para fazer a higienização. Para criança, aconselhamos sempre escova infantil, que já tem a cabeça mais reduzida e, de preferência, com desenho que seja do gosto da criança (super heróis, personagens infantis etc), para que ele assimile a escovação como um momento de descontração e seja divertido, que seja algo estimulante”. Em média, a troca de escova deve ser feita de três em três meses.