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quinta-feira, 19 de março de 2020

ARTIGO] Marketing de Varejo


Prof. Mariano Lins

A todo momento, se ouve o termo Marketing como algo que causa o despertar do interesse das pessoas sobre um objeto físico ou abstrato, mas sempre de consumo! As empresas saem da II Grande Guerra Mundial em 1945 com indústrias quebradas por todo o tempo em que se devotaram à corrida armamentista e ficaram estagnadas no desenvolvimento de novos produtos para o varejo cotidiano das nações.

Esta retomada do ritmo de vendas absorveu um grande esforço da sociedade para preenchimento de lacunas mercadológicas instantes. O início desta nova era foi bem disputada em criações de produtos revolucionários, entre eles o forno de micro-ondas, mas ainda existia o hábito de fabricar e tentar convencer o público a consumir.

A partir de 1954, aparece All Ries com sua tese do posicionamento de mercado separando os níveis de compra por classe e tabela, por assim dizer, as formas que o público consumidor viria a classificar marcas e produtos em relação aos concorrentes, tornando-os mais preciosos ou mais populares. Até aí, o fabricante ditava as características dos produtos e vender era uma arte de convencimento do cliente para a adesão à moda.

Em 1960, Theodore Levitt escreve o artigo “Miopia em Marketing”, que seria a base de toda a mudança entre produzir e vender, e perguntar para produzir e entregar. O pai das pesquisas de Marketing reduz de uma vez por todas o risco que pairava sobre os fabricantes no tocante a investir, fabricar e não vender.

Nesta fase da retomada, percebe-se que o foco não é mais a indústria, mas sim, o público-alvo, o cliente, o varejo. A verdade é que, a partir desta nova forma de satisfazer ao invés de tentar prever situações de consumo, é menos arriscada para investidores em qualquer situação. Os 4Ps de Phillip Kotler ficaram famosos pelas grandes contribuições nas parametrizações de viabilidades dos produtos em relação a “custo x lucro”, mas paira em uma seara focada na indústria.

O que se revela nas linhas de Theodore Levitt é o mercado revelado em suas maiores necessidades de consumo nas bases reais de cada população com o possível cálculo de movimento da “produção x entrega”, começando pelo potencial de consumo, potencial de endividamento e chegando à real condição de produção e entrega.

O Marketing de Varejo é a ligação entre produto e consumidor na praça! É a ciência do entendimento das nuances sentimentais do cliente em relação ao produto de forma a catalogar estas experiências e repassar à origem para adaptações e melhorias com vistas à continuidade do relacionamento entre as partes. Ele age na manutenção deste relacionamento com início determinado a partir da viabilização do comércio até a transição de vida útil no pós-vendas. O varejo é o fluxo dessas riquezas no comércio fragmentado e, pode-se afirmar, que são riquezas de desejo e necessidades que estão enraizadas no dia a dia do público-alvo sem sombra de dúvidas, e são o consumo perene e constante.

No Marketing de Varejo, se utiliza fortemente a Publicidade e o Merchandising como informação real e primeiro contato do consumidor com o produto, assim como a sua existência contínua na praça. A primeira, nas ações externas e de longo alcance; e o segundo, nos interiores das lojas e departamentos. Esta especialização do Marketing garante o pioneirismo de produtos e tendências nos mercados. Usemo-la!

Prof. Mariano Lins
Professor do Curso de Marketing da UniAteneu
Mestre em Meio Ambiente, com especialização em Educação Ambiental e MBA em Logística

  
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